Acórdão do Tribunal da Relação do Porto
Processo:
9520459
Nº Convencional: JTRP00024068
Relator: RAPAZOTE FERNANDES
Descritores: DEFESA
CAMINHO PÚBLICO
NEGLIGÊNCIA
AUTARQUIA
ACÇÃO POPULAR
Nº do Documento: RP199810069520459
Data do Acordão: 10/06/1998
Votação: UNANIMIDADE
Tribunal Recorrido: T J GUIMARÃES 3J
Processo no Tribunal Recorrido: 32/92
Data Dec. Recorrida: 01/04/1995
Texto Integral: N
Privacidade: 1
Meio Processual: AGRAVO. APELAÇÃO.
Decisão: NEGADO PROVIMENTO. CONFIRMADA A SENTENÇA.
Área Temática: DIR ADM GER - DOM PUBL.
DIR CIV - DIR REAIS.
Legislação Nacional: CADM40 ART369 PARI.
DL 34593 DE 1945/05/11 ART6 ART7.
Jurisprudência Nacional: ASS STJ DE 1989/04/19 IN DR IS DE 1989/06/02.
AC STJ DE 1978/06/25 IN BMJ N279 PAG171.
AC STJ DE 1970/04/10 IN BMJ N196 PAG203.
AC RP DE 1979/05/22 IN CJ T3 ANOIV PAG960.
AC RP DE 1974/01/18 IN BMJ N233 PAG242.
AC RC DE 1980/11/04 IN BMJ N303 PAG274.
AC RP DE 1974/12/11 IN BMJ N243 PAG320.
Sumário: I - São requisitos da acção popular supletiva que ela vise a prossecução de um interesse da colectividade, que antes da sua propositura haja sido enviada à entidade autárquica ou corpo administrativo exposição circunstanciada acerca do direito que se pretende fazer valer e dos meios probatórios disponíveis para o tornar efectivo e que, por inércia ou negligência do competente órgão administrativo, este não tenha proposto, nos 3 meses subsequentes à entrega da referida exposição, a acção judicial necessária para manter ou reivindicar bens ou direitos que à Administração compete, em 1ª linha, defender.
II - É público o caminho que, desde tempos imemoriais, está no uso directo e imediato do público.
III - Um caminho público vicinal está a cargo da Junta de Freguesia e destina-se, normalmente, ao trânsito rural.
Reclamações: