Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00033966 | ||
| Relator: | MÁRIO CRUZ | ||
| Descritores: | ARRENDAMENTO PARA HABITAÇÃO FALTA RESIDÊNCIA PERMANENTE RESOLUÇÃO DO CONTRATO ARGUIÇÃO DE NULIDADES EXCESSO DE PRONÚNCIA PODERES DO JUIZ MATÉRIA DE DIREITO | ||
| Nº do Documento: | RP200206180220704 | ||
| Data do Acordão: | 06/18/2002 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | 4 V CIV PORTO | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 627/97-1S | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | REVOGADA A DECISÃO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR CONTRAT. DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | RAU90 ART64 N1 I. CCIV66 ART342 N1 N2. CPC95 ART264 N2 ART664. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC RE DE 1989/09/28 IN BMJ N389 PAG666. AC RE DE 1989/05/18 IN BMJ N387 PAG675. AC RP DE 1988/02/09 IN BMJ N374 PAG535. AC RP DE 1974/06/26 IN BMJ N238 PAG281. | ||
| Sumário: | I - Na sentença o juiz pode, sem haver excesso de pronúncia, qualificar juridicamente os factos que serviram de fundamento à pretensão do autor, divergindo da qualificação que este fez. II - Não pode proceder a acção de resolução do arrendamento se na petição inicial foi consignado que ele se destinava à habitação do réu, sem contudo o autor ali esclarecer se a habitação era ou não permanente, e no julgamento apenas ficou provado que o réu não tem residência permanente no locado, não ficando porém provado que a casa estivesse desocupada há mais de um ano. | ||
| Reclamações: | |||
| Decisão Texto Integral: |