Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00027943 | ||
| Relator: | SALEIRO DE ABREU | ||
| Descritores: | REIVINDICAÇÃO ÓNUS DA PROVA ARRENDAMENTO URBANO CADUCIDADE | ||
| Nº do Documento: | RP200002249931313 | ||
| Data do Acordão: | 02/24/2000 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T J GONDOMAR 2J | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 516/99 | ||
| Data Dec. Recorrida: | 03/24/1999 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | CONFIRMADA A DECISÃO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR CONTRAT. | ||
| Legislação Nacional: | RAU90 ART85 N1 B. CCIV66 ART342 N1 N2. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC STJ DE 1995/02/07 IN BMJ N444 PAG618. AC RL DE 1982/10/26 IN CJ T4 ANOVII PAG129. AC RP DE 1994/05/10 IN CJ T3 ANOXIX PAG198. | ||
| Sumário: | I - Na acção de reivindicação cabe ao Autor o ónus da prova de que é proprietário do prédio reivindicado e que o mesmo se encontra sob o uso material dos Réus, cabendo a estes o ónus da prova de factos que legitimem esse uso, este modo impedindo o efeito essencial reivindicante. II - Para que exista a convivência a que alude o artigo 85 n.1 alínea b) do Regime do Arrendamento Urbano, impeditiva da reivindicação requerida, torna-se necessário que a casa arrendada seja a sede do agregado familiar. III - Essa convivência termina se o arrendatário deixou de dormir, comer e passar as sua horas de lazer e convívio no arrendado, indo viver para outra casa de uma filha até à morte. IV - A tal entendimento não obsta o facto de se demonstrar que o arrendatário, esteve muito doente, necessitando de medicação noite e dia e de vigilância e assistência permanente, não se demonstrou nem sendo alegado que foi por causa de doença que deixou o arrendado e que só saindo dele lhe podiam ser prestados tais cuidados. | ||
| Reclamações: | |||
| Decisão Texto Integral: |