Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00012730 | ||
| Relator: | CASTRO FERREIRA | ||
| Descritores: | CONVENÇÃO ANTENUPCIAL DOCUMENTO PÚBLICO FORÇA PROBATÓRIA ÓNUS DA PROVA COMERCIANTE AVALISTA PENHORA BENS COMUNS DO CASAL BENS PRÓPRIOS | ||
| Nº do Documento: | RP199412059430478 | ||
| Data do Acordão: | 12/05/1994 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T CIV PORTO 7J | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | CONFIRMADA A SENTENÇA. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR CONTRAT. DIR COM - TIT CRÉDITO - SOC COMERCIAIS. | ||
| Legislação Nacional: | CCIV66 ART342 N1 ART370 ART379. CSC86 ART13. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC STJ DE 1987/02/01 IN BMJ N364 PAG796. AC RC DE 1987/10/27 IN BMJ N370 PAG624. | ||
| Sumário: | I - Se na convenção antenupcial constar que o nubente marido é comerciante, essa afirmação não faz prova plena dessa qualidade, pois não é facto cuja percepção esteja ao alcance do oficial público documentador. II - Também mesmo que essa convenção não tenha sido registada na competente Conservatória do Registo Comercial, não se aplica o regime supletivo da comunhão geral de bens. III - Para ser válida e eficaz a penhora de bens imóveis que foram doados à consorte do marido, o qual era avalista de letra aceite pela firma de que era sócio, teria o exequente de alegar e provar a sua qualidade de comerciante e as demais condições, como a subsequente existência de filhos do casal, à qual ficou condicionado o regime de comunhão geral de bens. | ||
| Reclamações: | |||