Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00011065 | ||
| Relator: | TRIGO MESQUITA | ||
| Descritores: | AUTORIA AUTORIA MATERIAL AUTOR MATERIAL NÃO IDENTIFICADO CARTA DE CONDUÇÃO CO-AUTORIA DOCUMENTO AUTÊNTICO FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO AUTÊNTICO FALSIFICAÇÃO GROSSEIRA | ||
| Nº do Documento: | RL200012210088879 | ||
| Data do Acordão: | 12/21/2000 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REC PENAL. | ||
| Decisão: | PROVIDO. | ||
| Área Temática: | DIR CRIM. CRIM C/SOCIEDADE. | ||
| Legislação Nacional: | CP95 ART26 ART255 A ART256 N1 N3. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC STJ DE 1984/11/14 IN BMJ N341 PAG202. AC STJ DE 1991/09/19 IN BMJ N409 PAG464. AC STJ DE 1996/10/31 IN BMJ N460 PAG441. | ||
| Sumário: | I - As cartas de condução, se genuínas e verdadeiras, são documentos destinados a provar factos juridicamente relevantes e são documentos autênticos porque a sua emissão regular é encargo restrito a oficiais públicos, a quem a Lei atribuiu competência correlata, a actuar segundo formalidades estabelecidas. II - Toma parte directa na execução de um crime de falsificação de documentos, assim se constituindo seu co-autor, aquele que, mesmo agindo por interposta pessoa, com intenção de obter uma carta de condução falsificada, fornece as suas fotografias e os seus elementos de identificação que hão-de constar daquela e paga a importância exigida pelo falsificador. III - O conceito de falsificação grosseira só deve ser formulado de forma que a mesma só exista nos casos em que é tão evidente e desconforme com a realidade que qualquer pessoa a possa imediatamente, sem esforço, detectar. | ||
| Decisão Texto Integral: |