Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00030631 | ||
| Relator: | HUGO BARATA | ||
| Descritores: | ARRENDAMENTO RESOLUÇÃO TRESPASSE SENHORIO COMUNICAÇÃO | ||
| Nº do Documento: | RL199512140005161 | ||
| Data do Acordão: | 12/14/1995 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | REVOGADA A DECISÃO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR CONTRAT. | ||
| Legislação Nacional: | CCIV66 ART202 ART1022 ART1023 ART1031 ART1038 G ART1093 ART1305. RAU90 ART64. CPC67 ART668 ART670. | ||
| Sumário: | I - O senhorio pode ser plural, mas só um dos senhorios se evidenciar e actuar junto do arrendatário; II - Por isso, não há contradição entre alínea da especificação a englobar a pluralidade de senhorios e quesito a perguntar se só um deles - o autor - sempre se apresentou como único senhorio; III - No domínio dos contratos de arrendamento, é senhorio (locador) quem legitimamente titula o direito real de gozo de certa coisa; IV - Sabendo o arrendatário quem eram os senhorios a todos eles devia dirigir-se para dar conhecimento da ocorrência do trespasse e não apenas a um só deles; V - Compete ao autor provar que o gestor de negócios tinha poderes bastantes para praticar o acto como procurador. | ||