Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
| Processo: |
| ||
| Nº Convencional: | JTRL00003969 | ||
| Relator: | COSTA AIRES | ||
| Descritores: | CRIME SEMI-PÚBLICO CRIME PARTICULAR CRIME DE IMPRENSA QUEIXA QUEIXA DO OFENDIDO LEGITIMIDADE DEPUTADO REGIONAL IMUNIDADE PARLAMENTAR MANDATÁRIO PODERES ESPECIAIS | ||
| Nº do Documento: | RL199010090008685 | ||
| Data do Acordão: | 10/09/1990 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REC PENAL. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Área Temática: | DIR CRIM - TEORIA GERAL / ABUSO LIBERDADE IMPRENSA. | ||
| Legislação Nacional: | CPP87 ART49 N3 ART50. CP82 ART112 ART164 ART167 N2. DRGI DE 1981/09/14 ART1. | ||
| Sumário: | I - Quando o procedimento criminal depende de queixa, torna-se necessário e essencial, que o respectivo titular a apresente por si próprio ou por intermédio de mandatário munido de poderes especiais, sob pena de ilegitimidade do M.P.. II - Os votos e opiniões que os deputados (no caso da Assembleia Regional da Madeira), emitem no exercício das suas funções, estão inseridos na chamada imunidade parlamentar, o que impede a responsabilização criminal, ainda que posteriormente reproduzidos na imprensa. | ||