Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00016226 | ||
| Relator: | DIONISIO PINHO | ||
| Descritores: | CONTRATO MATERIA DE FACTO INTERPRETAÇÃO | ||
| Nº do Documento: | SJ199206030817002 | ||
| Data do Acordão: | 06/03/1992 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL LISBOA | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 4472 | ||
| Data: | 05/16/1992 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REVISTA. | ||
| Decisão: | NEGADA A REVISTA. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR CONTRAT. DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Sumário : | I - A interpretação factual feita pela Relação impõe-se ao Supremo, quando se considere adequada a materia de facto cuja fixação seja isenta de censura, portanto sem ofender norma que exiga certa especie de prova ou fixe a força probatoria de determinado meio de prova. II - Se a situação moldada na materia de facto definitivamente fixada não e susceptivel de originar o dever de indemnizar da autora em relação ao reu, estando, como esta, ilidida a presunção de culpa daquela, não pode proceder o pedido reconvencional, por, em contrato de empreitada, se ter estabelecido que a autora pagaria a multa de 5000 escudos por cada dia de atraso na conclusão da obra, pedido aquele de compensação do credito accionado com o pretenso credito do reu. | ||