Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
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| Nº Convencional: | JSTJ00022082 | ||
| Relator: | CARDONA FERREIRA | ||
| Descritores: | ERRO ESSENCIALIDADE QUESTÃO NOVA CONHECIMENTO OFICIOSO DIREITO DE PREFERÊNCIA PODERES DA RELAÇÃO PODERES DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA | ||
| Nº do Documento: | SJ199402220842561 | ||
| Data do Acordão: | 02/22/1994 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Referência de Publicação: | BMJ N434 ANO1994 PAG603 | ||
| Tribunal Recurso: | T REL PORTO | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 523/92 | ||
| Data: | 01/07/1993 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REVISTA. | ||
| Decisão: | CONCEDIDA A REVISTA. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - TEORIA GERAL. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Jurisprudência Nacional: | |||
| Sumário : | I - O chamado "acordo", expresso ou tácito, referido pelo n. 1 do artigo 252 do Código Civil, não significa que o relevo do motivo sobre o qual incide o erro tenha de ser igual para ambas as partes. II - Estando em causa o sentido normativo da conduta das partes, tal insere-se no âmbito cognoscível pelo Supremo. III - Sendo claro e incontroverso que o autor só venderia aos réus por supor que estes tinham direito de preferência, os réus assumem a essencialidade do motivo, designadamente se estes respondem que exercerão o seu "direito de compra" e se, quando se esclarece a inexistência daquele direito, o seu procurador recebe cheque no valor do sinal restituído pelo autor e o deposita em conta dos réus. IV - As questões ditas novas só não são cognoscíveis pelo Tribunal "ad quem" quando não são de conhecimento oficioso. | ||