Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00017113 | ||
| Relator: | MIRANDA GUSMÃO | ||
| Descritores: | DANO ÓNUS DA ALEGAÇÃO NOME DE ESTABELECIMENTO FIRMA USO IRREGULAR DIREITO À INDEMNIZAÇÃO OBRIGAÇÃO DE INDEMNIZAR NULIDADE RELATIVA VÍCIO INTERPELAÇÃO SOCIEDADE NULIDADE DO CONTRATO | ||
| Nº do Documento: | SJ199211120818312 | ||
| Data do Acordão: | 11/12/1992 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL PORTO | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 24736 | ||
| Data: | 05/27/1991 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REVISTA. | ||
| Decisão: | NEGADA A REVISTA. | ||
| Área Temática: | DIR COM - SOC COMERCIAIS. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Jurisprudência Nacional: | |||
| Sumário : | I - Prejuízo (dano) é um conceito de direito que se analisa na perda sofrida pelo lesado em consequência de certo facto e que se reflecte na sua situação patrimonial, actual ou futura. II - Sobre o lesado incumbe o dever de alegar factos concretos representativos do seu prejuízo que possam ser quesitados e compreendidos pela "pessoa média", medianamente informada. III - O uso abusivo de nome comercial ou firma não gera, de per si, direito a indemnização e a correlativa obrigação de indemnizar. IV - O facto de o vício gerador de nulidade da firma ser sanável não obriga o interessado, antes de proposta a acção, a interpelar os sócios para sanarem aquele vício, ao contrário do que acontece na acção de declaração de nulidade do contrato. V - O regime aplicável à acção de declaração de nulidade do contrato definitivo de sociedade é absolutamente distinto do regime aplicável à acção de nulidade da firma, dada a diversidade dos pedidos e das causas de pedir. | ||