Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00033503 | ||
| Relator: | MARIO CANCELA | ||
| Descritores: | NULIDADE ARGUIÇÃO DE NULIDADES INTERESSE PROTEGIDO LEGITIMIDADE PENHORA NOMEAÇÃO DE BENS À PENHORA | ||
| Nº do Documento: | SJ199711180006202 | ||
| Data do Acordão: | 11/18/1997 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL PORTO | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 279/97 | ||
| Data: | 04/15/1997 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV - PROC EXEC. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Sumário : | I - A nulidade só pode ser arguida pelo interessado na observância da formalidade ou na repetição ou eliminação do acto. II - Interessado é aquele que foi prejudicado com a inobservância da lei; o interesse refere-se à infracção cometida e exprime-se, independentemente de se tratar de parte ou não, pelo prejuízo da infracção derivado para o requerente. III - A inobservância das condições estabelecidas para a nomeação de bens à penhora constitui nulidade. IV - A falta de indicação das confrontações do prédio nomeado à penhora, penhorado e arrematado em hasta pública não constitui nulidade de que o tribunal deva conhecer oficiosamente. | ||