Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00029691 | ||
| Relator: | NUNES CRUZ | ||
| Descritores: | ROUBO ESTICÃO FURTO QUALIFICADO PLURALIDADE DE ARGUIDOS MEDIDA DA PENA ATENUANTES TOXICODEPENDENTE PREVENÇÃO GERAL SUSPENSÃO DA EXECUÇÃO DA PENA | ||
| Nº do Documento: | SJ199601110485703 | ||
| Data do Acordão: | 01/11/1996 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Referência de Publicação: | BMJ N453 ANO1996 PAG168 | ||
| Tribunal Recurso: | T CR LISBOA | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 374/93 | ||
| Data: | 06/07/1995 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REC PENAL. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Área Temática: | DIR CRIM - TEORIA GERAL / CRIM C/PATRIMÓNIO. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Jurisprudência Nacional: | |||
| Sumário : | I - A pluralidade de agentes que a alínea h) do n. 2 do artigo 297 do Código Penal de 1982 previa é coisa distinta da circunstância que agora contempla a alínea g) do n. 2 do artigo 204 do Código de 1995. II - São muito fortes as exigências da prevenção geral do "esticão" (roubo), a fim de se restaurar o sentimento de segurança nas ruas. III - Não funciona como atenuante o facto de se roubar, para angariar dinheiro para a droga. O consumo constitui crime. IV - A acima referida necessidade de se prevenir o "esticão" postulará que, por regra, se não suspenda a execução da pena. | ||