Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo | |
| Processo: | 012539 |
| Data do Acordão: | 07/01/1982 |
| Tribunal: | 1 SECÇÃO |
| Relator: | PAYAN MARTINS |
| Descritores: | RECURSO CONTENCIOSO PERDA DE OBJECTO IMPOSSIBILIDADE SUPERVENIENTE DA LIDE EXTINÇÃO DA INSTANCIA INCONSTITUCIONALIDADE MATERIAL INCONSTITUCIONALIDADE ORGANICA COMPANHIA PORTUGUESA DE RESSEGUROS RESSEGURADORA NACIONALIZAÇÃO |
| Sumário: | Com a publicação do Dec-Lei 403/79, que, pela fusão das empresas resseguradoras preexistentes, criou uma empresa publica de resseguros, privou-se o recurso, onde se impugnava a Resol. Cons. Min. 199/78, de 23-11, que anunciava medidas tendentes a essa fusão, de objecto. A carencia de objecto, determina, por impossibilidade superveniente da lide, a extinção da instancia do recurso. |
| Nº Convencional: | JSTA00006924 |
| Nº do Documento: | SA119820701012539 |
| Data de Entrada: | 01/12/1979 |
| Recorrente: | NACIONAL DE RESSEGUROS SA E OUTROS |
| Recorrido 1: | CM E OUTRO |
| Votação: | UNANIMIDADE |
| Ano da Publicação: | 0 |
| Página: | 0 |
| Apêndice: | DR |
| Data do Apêndice: | 02/04/1986 |
| 1ª Pág. de Publicação do Acordão: | 2609 |
| Privacidade: | 01 |
| Meio Processual: | REC CONT. |
| Objecto: | RCM 199/78 DE 1978/11/23 PONTO3 PONTO6 PONTO7. |
| Decisão: | EXTINÇÃO INST. |
| Área Temática 1: | DIR ADM CONT - ACTO. |
| Área Temática 2: | DIR PROC CIV. DIR CONST. |
| Legislação Nacional: | DL 135-A/75 DE 1975/03/15 ART1. DL 403/79 DE 1979/09/22 ART1 ART3. DL 517/79 DE 1979/12/28. CONST76 ART83 ART167 Q. CPC67 ART287 E. RSTA57 ART103. |
| Jurisprudência Nacional: | AC STA PROC14272 DE 1980/05/22. |
| Aditamento: | O DL n. 403/79, de 22-9, que, pela fusão de empresas resseguradoras preexistentes, criou a Empresa Continental de Resseguros e o DL n. 517/79, de 28-12, que alterou a sua denominação para Companhia Portuguesa de Resseguros, E.P., não são material ou organicamente inconstitucionais, ja que, limitando-se a reestruturar no ambito do sector publico as empresas de resseguros nacionalizadas pelo DL 135-A/75, de 15-3, não violaram os artigos 83 ou 167, al. q) da Constituição da Republica Portuguesa. |