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MONTEIRO, António Pedro Pinto COLECÇÃO TESES - O Princípio da Igualdade e a Pluralidade de Partes na Arbitragem: Os Problemas na Constituição do Tribunal Arbitral - António Pedro Pinto Monteiro - Almedina, Nov./2017 ISBN 978-972-40-7209-8 (Encad.) Oferta do Autor ÍNDICE nota prévia modo de citar e outros esclarecimentos abreviaturas, siglas e acrónimos resumo abstract 1. INTRODUÇÃO 1.1. O problema 1.2. Plano de exposição 2. O PRINCÍPIO DA IGUALDADE DAS PARTES NO ORDENAMENTO JURÍDICO PORTUGUÊS – IMPORTÂNCIA E EVOLUÇÃO DO CONCEITO 2.1. A ideia de igualdade e a sua evolução histórica 2.2. O princípio da igualdade na Constituição da República Portuguesa 2.3. O princípio da igualdade das partes no Direito Processual Civil 3. O PRINCÍPIO DA IGUALDADE DAS PARTES NA ARBITRAGEM 3.1. A importância do princípio da igualdade das partes como corolário do direito ao processo equitativo 3.2. A importância do princípio da igualdade das partes ao nível da constituição do tribunal arbitral 3.3. O sentido material ou substancial (e não apenas formal) do princípio da igualdade das partes 4. O PROBLEMA DA CONSTITUIÇÃO DO TRIBUNAL ARBITRAL EM CASO DE PLURALIDADE DE PARTES E O CONFLITO COM O PRINCÍPIO DA IGUALDADE DAS PARTES 4.1. O problema específico 4.1.1. Questões prévias 4.1.2. A origem do problema: o caso Dutco 4.1.2.1. Descrição do caso 4.1.2.2. O acórdão da Cour de Cassation francesa de 7 de Janeiro de 1992 4.1.2.2.1. Críticas. A necessidade de se proceder a uma análise de interesses das partes: interesses convergentes ou não conflituantes vs. interesses divergentes ou conflituantes 4.1.2.3. As repercussões do caso Dutco 4.1.2.3.1. Repercussões dentro da CCI: o método da nomeação conjunta e a possibilidade de nomeação da totalidade dos árbitros 4.1.2.3.2. Repercussões fora da CCI 4.2. Os problemas de fundo 4.2.1. A origem contratual da arbitragem voluntária 4.2.1.1. Arbitragem e jurisdição 4.2.1.2. A dupla fonte de legitimação do poder dos árbitros: a origem contratual e a cobertura constitucional e legal da arbitragem 4.2.1.3.A origem contratual como força e fraqueza da arbitragem 4.2.2. As (aparentes) dificuldades de compatibilização do direito ao processo equitativo com a arbitragem 4.2.3. A indeterminação do conceito e alcance do princípio da igualdade das partes 5. A SOLUÇÃO CONSAGRADA NA LAV 5.1. Questão prévia: a pluralidade de partes no Direito Processual Civil e na LAV 5.1.1. O conceito de parte e de pluralidade de partes 5.1.2. O litisconsórcio, a coligação e a intervenção de terceiros 5.2. A constituição do tribunal arbitral em caso de pluralidade de partes inicial (artigo 11º da LAV) 5.2.1. O método da nomeação conjunta 5.2.2. Consequências da não nomeação conjunta 5.2.2.1. A intervenção do tribunal estadual competente 5.2.2.2. A nomeação do árbitro em falta ou a nomeação da totalidade dos árbitros 5.3. A constituição do tribunal arbitral em caso de pluralidade de partes sucessiva, resultante da intervenção de terceiros (artigo 36º, nºs 2 e 6, da LAV) 5.3.1. Os problemas da intervenção de terceiros no processo arbitral 5.3.2. A intervenção de terceiros e o respeito pelo princípio da igualdade das partes na constituição do tribunal arbitral 5.4. A possibilidade de as partes regularem de modo diferente a constituição do tribunal arbitral em caso de pluralidade de partes 5.5. A solução da LAV no contexto do direito comparado 6. CONCLUSÃO E POSIÇÃO ADOPTADA bibliografia jurisprudência índice |