DT - Processo Civil Monografia 3902 | |
MARTINS, João Marques Prova por Presunções Judiciais na Responsabilidade Civil Aquiliana, João Marques Martins, Princípia Editora, set./2017. ISBN 978-989-716-168-1 (Broch.) oferta Índice Geral Nota Preliminar Agradecimentos Resumo Abstract Indicações Gerais § Introdução 1. Do Direito ao senso comum e deste ao Direito. Finalidade geral 2. A pertinência do problema da prova na responsabilidade civil aquiliana. 3. Estrutura e conteúdo. Parte I O conteúdo representável dos pressupostos da RESPONSABILIDADE CIVIL AQUILIANA Capítulo I Considerações Gerais Secção I Supostos Metodológicos e Elenco dos Pressupostos 4.Círculos de risco e processo causal 5.Referente e composição. 6.Dogmática e aplicação. 7.Função. 8.Exclusividade. 9.Elenco dos pressupostos Secção II Facto (Pressuposto sem Autonomia ou Esquisso Pressuponente) 10. Conceito tradicional e respetiva crítica. 11. Reposicionamento recuperante. Secção III Causalidade 12. Considerações gerais. 13. Breve périplo pela evolução histórica do pensamento filosófico sobre causalidade como regularidade 14. Mundos possíveis. 15. A causalidade como dependência contrafactual em D. Lewis. 16. A veracidade ou a aceitabilidade de uma proposição condicional contrafactual (causal) 17. Considerações finais. 18. Causalidade e contrafactualidade no Direito: introdução. 19. Problemas conceptuais. 20. Problemas probatórios. 21. Problemas imputacionais. 22. Os momentos da causalidade na responsabilidade civil 23. Considerações finais. Capítulo II O Problema do Binómio Ilicitude-Culpa Secção I Considerações Gerais 24. Enunciação. 25. A origem da cisão. Secção II Introdução à Ilicitude 26. Promoção a pressuposto. 27. O sistema do BGB: tipicidade e antijuridicidade 28. A ilicitude lusa: função topográfica (estática) 29. Além da função topográfica (estática)?. 30. Ilícito, “ilicitamente” e pressuposto ilicitude. Secção III Introdução à Culpa 31. Enunciação problemática. O vocábulo e sua polissemia. 32. Evolução do conceito de culpa Secção IV Acessão entre Ilicitude e Culpa 33. Considerações gerais. 34. Dúvida: a “culpa” adquirindo a ilicitude?. 35. Erforlgsunrecht e Handlungsunrecht (a ilicitude adquirindo a culpa) Secção V Rejeitando as Teses Precedentes 36. Considerações gerais. 37. A ilicitude e a culpa como pressupostos autónomos. 38. Dolo e negligência como elementos constitutivos do substrato da culpa. Capítulo III 1.º Pressuposto: Ilicitude 39. Ordem de exposição. Secção I Substrato Subsecção I Lesão de Direitos de Outrem 40. Situação comportamental: conduta e volição. 41. Cont. Lesão de um direito subjetivo. 42. Cont. Imputação. 43. Contrariedade ao ordenamento jurídico. 44. Cont. Nas ações. 45. Cont. Nas omissões. Subsecção II Violação de Disposições de Proteção 46. Considerações gerais. 47. Conduta, evento-prevenido, sua imputação à conduta e contrariedade ao Direito. 48. Conduta ilícita e pressuposto ilicitude. Secção II Conteúdo Representável 49. Considerações gerais. Subsecção I Lesão de Direitos de Outrem 50. Comportamento. 51. Perturbação do aproveitamento. 52. Nexo causal - 163 - 53. Súmula do conteúdo representável Subsecção II Violação de Disposições de Proteção 54. Comportamento. 55. Evento-prevenido. 56. Nexo causal 57. Súmula do conteúdo representável Secção III Juízo 58. Reprovação. Capítulo IV 2.º Pressuposto: Culpa 59. Considerações gerais. 60. Ordem de exposição. Secção I Substrato Subsecção I Dolo 61. Elemento volitivo. 62. Elemento intelectual Subsecção II Negligência 63. Considerações gerais. 64. A negligência como omissão de cuidado. 65. Exigibilidade e cuidado: introdução. 66. Cont. Bom pai de família. Secção II Conteúdo Representável Subsecção I Dolo 67. Vontade, conhecimento e impermeabilidade. 68. Súmula do conteúdo representável Subsecção II Negligência 69. Considerações gerais. 70. Cuidado interno: Atenção e Previsão. 71. Cuidado externo: introdução. 72. Condutas impedientes: introdução. 73. Conduta Impediente Preventiva (CIP) 74. Condutas Impedientes Cautelares (CICs): introdução. 75. Cont. CICs e ação lesiva de direitos de outrem. 76. Cont. CICs e omissão lesiva de direitos de outrem. 77. Cont. CICs e disposições de proteção. 78. Condutas cognoscitivas (CCs) 79. Fontes de CIPs, CICs e CCs. 80. Relação entre cuidado interno e cuidado externo. 81. Relação entre cuidado e negligência. 82. Excurso:innere Sorgfalt e äussere Sorgfalt 83. Factos fundantes da exigibilidade do cuidado. 84. Súmula do conteúdo representável Secção III Juízo 85. A censura e/ou o critério de alocação. Capítulo V 3.º Pressuposto: Dano-Imputável 86. Componentes do dano-imputável: razões unificantes e cisão analítica. 87. Dano: considerações gerais. 88. Cont. Ordem de exposição. 89. Imputação: considerações gerais. 90. Cont. Ordem de exposição. Secção I Substrato Subsecção I Dano 91. Situação favorável protegida pelo Direito em abstrato. 92. Situação favorável protegida pelo Direito em concreto (ilicitude e patrimonialidade) 93. Uma breve e incompleta taxonomia do dano. 94. O problema da quantificação do dano ressarcível: aritmética e equidade. Subsecção II Imputação 95. Imputação na lei 96. Teorias da imputação de danos: adequação. 97. Cont. Escopo de proteção da norma violada. 98. Cont. Conexão de risco. 99. Notas conclusivas a respeito das teorias da imputação. 100. Concurso causal 101. Cont. Causa virtual 102. Cont. Concurso causal efetivo Secção II Conteúdo Representável Subsecção I Dano 103. Considerações gerais. 104. O que é e o que torna uma situação favorável?. 105. O que significa suprimir ou diminuir uma situação favorável?. 106. Especificidades nos lucros cessantes. 107. Súmula do conteúdo representável Subsecção II Imputação 108. Relação causal 109. Concurso causal virtual 110. Concurso causal efetivo. 111. Súmula do conteúdo representável Secção III Juízo 112. Indemnizabilidade Parte II Prova por Presunções JUDICIAIS Capítulo I Considerações Gerais: Revisão Conceptual Crítica Secção I Conceito de Prova 113. A proposta da lei 114. O sujeito: “as provas”. 115. “Função”. 116. Caracterização da atividade: “demonstração”. 117. O objeto da prova: “factos”. 118. Cont. Excurso: questão-de-facto e questão-de-direito. 119. Cont. O objeto da prova não são os factos. 120. Realidade ou veracidade?. Secção II Tipologia Metodológica da Prova 121. Prova direta e prova indireta. 122. Factos essenciais e factos instrumentais. 123. Meios de prova. - 332 - 124. Prova Principal. Contraprova. Prova do Contrário. Secção III Ónus da Prova 125. Introdução conceptual e funcional 126. Regime legal 127. Os três problemas do ónus da prova no ordenamento jurídico português. 128. Breve nota sobre a inversão do ónus da prova e as presunções judiciais. Secção IV Apreciação da Prova 129. Coordenadas. 130. Prova tarifada vs. prova livre. 131. A apreciação da prova e as presunções judiciais. Secção V Medida da Prova 132. Coordenadas. 133. Prova pleníssima, plena e bastante. 134. A medida da convicção. 135. Cont. A regra de cumprimento insindicável. Primazia à fundamentação. 136. A medida da prova e as presunções judiciais. Capítulo II (Breve) Teoria da Inferência Indutiva em Geral 137. Pertinência da exposição. Terminologia. Dedução vs. indução. Secção I Dedução 138. O objeto da lógica dedutiva. 139. Dedução e verdade. 140. Dedução e estrutura. 141. Lógica Aristotélica. 142. Lógica proposicional 143. Lógica de predicados. 144. Lógica modal 145. Conclusão. Secção II Indução 146. Considerações gerais. 147. Tipos de indução. Subsecção I Analogia 148. Considerações gerais. 149. Definição e problemas. 150. Aristóteles. 151. M. B. Hesse: analogia material 152. Modelo de articulação. Subsecção II Abdução 153. Considerações gerais. 154. Uma definição de abdução e seus problemas. 155. Hipotisação. 156. Seleção da melhor hipótese. 157. Através da abdução descobrimos ou explicamos a descoberta?. Subsecção III Força e Não-monotonicidade das Inferências Indutivas 158. Considerações gerais. 159. Força de um raciocínio indutivo. 160. Não-monotonicidade. 161. Conclusões. Subsecção IV Explicação da Indução 162. Considerações gerais. 163. Explicação e leis de cobertura. Subsecção V Confirmação das Induções 164. Considerações gerais. 165. Aleatoriedade (metafísica e epistémica) 166. Conjuntos, eventos e desfecho 167. Axiomas e teoremas. 168. Probabilidade condicional 169. Teorema de Bayes. 170. Interpretação das probabilidades. 171. Teorema de Bayes aplicado à confirmação de inferências indutivas. 172. Cont. Problemas. 173. Dois exemplos de aplicação. Capítulo III Regras de Experiência Secção I Considerações Gerais 174. Omnipresença. 175. Os problemas. Secção II O que é uma Regra de Experiência? 176. Primeira aproximação. 177. O que é uma lei da natureza?.- 178. O que é, então, uma regra de experiência?. 179. Questão-de-facto ou questão-de-direito?. Secção III Tipologia 180. Proposta. 181. Cont. Regras de experiência deterministas e probabilísticas. 182. Outras propostas taxonómicas. 183. Cont. Crítica. 184. Fixação da estrutura proposicional Secção IV Processo Constitutivo das Regras de Experiência 185. Limites metodológicos: o problema da abstenção enunciativa. 186. A experiência e o seu titular. 187. O momento da formação da regra. 188. O processo formativo da regra de experiência na visão tradicional 189. Proposta. 190. O salto nómico. Secção V Sistemas de Validação. Validade e Justificação Subsecção I Sistemas de Validação 191. Considerações gerais. 192. Diferentes válidos sistemas de validação?. Subsecção II Validade e Justificação 193. Considerações gerais. 194. Compreensão. 195. Estatística. 196. Regras de experiência físicas obtidas através de método científico. 197. Cont. Obtidas através do senso comum.. 198. Regras de experiência comportamentais obtidas através de método científico. 199. Cont. Obtidas através do senso comum.. 200. Considerações finais. Secção VI Regime Processual 201. Regras de experiência nos preceitos do CPC.. 202. Aquisição para o processo. 203. Prova ou justificação. 204. Função. 205. Revisibilidade. Secção VII Figuras Afins 206. Ordem de sequência. 207. Factos notórios. 208. Regras lógicas. Capítulo IV Presunções Judiciais Secção I Considerações Gerais 209. Convicção e discurso. 210. Delimitação do objeto da investigação. 211. Tipologia das presunções. 212. Hierarquia. Secção II Notas sobre o Regime Legal 213. Previsões legais: o preceito metodológico. 214. Cont. Os preceitos processuais. 215. Presunções judiciais na primeira instância. 216. Presunções judiciais no Tribunal da Relação. 217. A revisibilidade das presunções judiciais. Secção III A Presunção Judicial como Argumento Dedutivo 218. Hipóteses de associação entre presunção judicial e dedução. 219. A presunção judicial não é um raciocínio dedutivo. 220. A presunção judicial não deve ser modelada como argumento dedutivo. Secção IV A Presunção Judicial como Argumento Indutivo Subseção I Considerações Gerais 221. Conceito de presunção judicial. 222. O controlo do uso de presunções judiciais. 223. Tipologia. Subsecção II Subsunção Humeana 224. Considerações gerais. 225. Estrutura, método e designação. 226. Força. 227. Cont. Fator imutável 228. Cont. Fatores mutáveis. 229. Aptidões e limitações. Subsecção III Analogia 230. Considerações gerais. 231. Estrutura e método. 232. Força. 233. Aptidões e Limitações. Subsecção IV Abdução 234. Considerações gerais. 235. Estrutura e método. 236. Força. 237. Aptidões e limitações. Subsecção V Predição 238. Considerações gerais. 239. Estrutura, método e força 240. Aptidões e limitações. Subsecção VI Explicação e Confirmação das Presunções Judiciais 241. Considerações gerais. Ordem de sequência. 242. O projeto de mapeamento do raciocínio inferencial 243. Análise bayesiana. 244. Análise coerentista. 245. Elaboração e explicação de uma inferência. A expressão (numérica) da convicção. Secção V Exposição do Raciocínio Presuntivo na Sentença 246. A sentença como ato de comunicação. Detalhe explicativo. 247. Alguns critérios determinativos da necessidade de explicar as presunções judiciais. Secção VI Prova Prima Facie 248. Considerações gerais. Ordem de sequência. 249. Anscheinsbeweis. 250. A prova prima facie no Direito português: subordinação ou autonomia?. Secção VII Excurso: Dificuldades Probatórias e Notas sobre Técnicas de Superação 251. Conceito de dificuldade probatória. 252. Diminuição da medida da prova. 253. Ampliação ou inespecificação do objeto da convicção. 254. Modificação do objeto da convicção: perda de chance. 255. Critérios normativos: as presunções legais. 256. Cont. O problema da causalidade alternativa. 257. Cont. Estipulação normativa do quantum indemnizatório. 258. Nota conclusiva. § epílogo prova por presunções judiciais na responsabilidade civil aquiliana 259. Distribuição dos tipos inferenciais por tipos de factos. 260. Cont. Ilicitude: lesão de direitos de outrem.. 261. Cont. Ilicitude: violação de disposições de proteção. 262. Cont. Culpa: dolo. 263. Cont. Culpa: Negligência. 264. Cont. Dano-imputável: dano. 265. Cont. Dano-imputável: imputação. 266. Aplicação concreta (de alguns) dos métodos estudados. 267. Cont. Condução sob efeito de álcool e acidente de viação. 268. Cont. Escadas perigosas. 269. Transição. § Bibliografia Citada. § Jurisprudência citada. |