Introdução ao DT Monografia 3266 | |
KELSEN, Hans A JUSTIÇA E O DIREITO NATURAL [de: Hans Kelsen; tradução e prefécio: João Baptista Machado].- Abril/2009. - Almedina ISBN 978-972-40-1536-1 (Encad.) Compra FILOSOFIA DO DIREITO, DIREITO NATURAL, JUSTIÇA ÍNDICE Nota Preambular I. AS NORMAS DA JUSTIÇA 1. Noção de justiça 3. O juízo de valor não pode incidir sobre normas 4. Objecto do juízo de valor fundado na justiça. Validade da norma positiva e norma de justiça 5. A norma e o conceito 6. Silogismo normativo e silogismo teorético 7. Concludência normológica e fundamentação da validade 8. Tarefa da ciência perante as normas de justiça 9. Tipos de normas de justiça 10. A fórmula do «suum cuique» 11. A regra de oiro 12. O imperativo categórico de Kant 13. Outra fórmula vazia de conteúdo 14. O costume como constitutivo do valor justiça 15. O meio termo aristotélico 16. O princípio retributivo como princípio de justiça 17. O princípio da equivalência entre prestação e contraprestação como princípio de justiça 18. Proporcionalidade entre prestação e contraprestação e cômputo do salário 19. Análise do princípio de justiça comunista formulado por Marx 20. O preceito do amor do próximo 22. A ideia de liberdade como fundamento da justiça 23. O «contrato social» e o ideal de justiça da democracia liberal 24. Justiça e igualdade. A igualdade como consequência lógica da generalidade da norma 25. A Ideia de Justiça em Platão 26. justiça e amor de Deus: a Justiça divina 27. Justiça e felicidade II. A DOUTRINA DO DIREITO NATURAL 28. Direito e justiça. A teoria idealista do direito é uma teoria dualista 29. O relativismo axiológico como ponto de partida da teoria positivista do direito 30. Primeira noção do jusnaturalismo 31. Objecção de princípio a todo o jusnaturalismo 32. Fundamento metafísico-religioso da doutrina do direito natural 33. Tentativa de fundar o direito natural na natureza humana 35. Diversidade dos impulsos do homem e consequente impossibilidade de neles fundar uma doutrina do direito natural 36. É o conceito de «natureza» que é derivado de normas ideais, e não inversamente 37. Também a doutrina jusnaturalista baseada na natureza do homem «normal» postula urna fundamentação teológica 38. O direito natural como direito racional 39. Contraditoriedade do conceito de razão prática. Sua origem teológico-religiosa 40. O conceito de razão prática em Tomás de Aquino 42. A posição racionaíista de Grócio 43. A razão prática em Kant 44. O sentimento jurídico como fundamento e fonte do direito natural 45. O jusnaturalismo nada demonstra, pois leva a resultados divergentes 46. A doutrina de um direito natural variável 49. A doutrina jusnaturalista também não pode justificar-se pela sua função 50. Carácter conservador das doutrinas jusnaturalistas. Relação entre o direito natural e o direito positivo 51. Improcede também a justificação do jusnaturalismo com base em que existe o problema da justiça. Significado moral do positivismo relativista 52. Fundamentação da validade do direito positivo segundo o jusnaturalismo e segundo a Teoria Pura do Direito |