DT Penal Monografia 4473 - 135327 - TRGMR4473 | |
SILVA, Germano Marques da Direito Penal Português - Teoria das Penas e das Medidas de Segurança - Volume 3 - UCP Editora, julho / 2026 ISBN 9789725412077 (Broch.) Oferta ÍNDICE PREFÁCIO SIGLAS CAPÍTULO I — INTRODUÇÃO À TEORIA DAS PENAS E DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA § 1.º DIREITO, SANÇÃO, PENA E MEDIDA DE SEGURANÇA 1. DIREITO DAS SANÇÕES PENAIS 1.1. Fragmentariedade do estudo das sanções penais 1.2. Direito da pena e das medidas de segurança criminais 2. O CRIME COMO PRESSUPOSTO DAS SANÇÕES PENAIS 2.1. Pressupostos necessários da punibilidade 2.2. As condições objetivas de punibilidade e as causas pessoais de exclusão da pena 3. PENAS E MEDIDAS DE SEGURANÇA 4. AS FONTES DO DIREITO DAS SANÇÕES CRIMINAIS 4.1. As convenções internacionais 4.2. A legislação portuguesa: as normas e princípios constitucionais 5. OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS SOBRE PENAS E MEDIDAS DE SEGURANÇA 5.1. Preliminar 5.2. Os princípios fundamentais sobre penas e medidas de segurança § 2.º FILOSOFIA E HISTÓRIA DA PENA E DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA SECÇÃO I — FRAGMENTOS FILOSÓFICOS SOBRE A PENA 6. AS PRINCIPAIS PROBLEMÁTICAS DA PENA 6.1. Introdução 6.2. A pena como elemento da teoria geral do Estado 6.3. A pena como instrumento de política criminal 6.4. A pena como instrumento do poder político 7. AS RACIONALIDADES PUNITIVAS 8. AS RACIONALIDADES PROSPETIVAS 8.1. Introdução 8.2. O utilitarismo 8.3. A pena económica 8.4. A pena educativa 8.5. As medidas de defesa social 8.6. O tratamento do delinquente e a sua ressocialização 8.7. Conclusão 9. AS RACIONALIDADES RETRIBUTIVAS 9.1. Introdução 9.2. A justa medida da pena: pena merecida e proporcional ao crime 9.3. A pena expiatória 9.4. A pena simbólica 9.5. Conclusão 10. OS FINS DAS PENAS E DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA NO DIREITO POSITIVO PORTUGUÊS SECÇÃO II — FORMAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DAS PENAS 11. AS GRANDES LINHAS DA EVOLUÇÃO DAS FORMAS DE PENAS 12. A EVOLUÇÃO DAS PENAS EM PORTUGAL 12.1. Anteriormente ao Código Penal de 1852 12.2. Do Código Penal de 1852 até ao Código Penal de 1982 12.3. Do Código Penal de 1982 às alterações de 2007 e legislação avulsa 13. A EVOLUÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA EM PORTUGAL 14. AS CLASSIFICAÇÕES DOUTRINÁRIAS DAS PENAS E MEDIDAS DE SEGURANÇA 14.1. Considerações gerais introdutórias. Classificação quanto à duração e à graduabilidade 14.2. O critério da finalidade: penas e medidas de segurança 14.3. O critério do objeto da pena 14.3.1. Introdução 14.3.2. Penas corporais 14.3.2.1. Das penas corporais em geral 14.3.2.2. A pena de morte 14.3.3. Penas privativas da liberdade 14.3.4. Penas restritivas da liberdade 14.3.5. Penas pecuniárias 14.3.6. Penas privativas de direitos 15. REPARAÇÃO DO DANO COMO ESPÉCIE DE PENA CRIMINAL E PERDA DE INSTRUMENTOS, PRODUTOS E VANTAGENS 15.1. Reparação do dano como espécie de pena 15.2. Perda de produtos e vantagens produzidos ou resultantes do crime CAPÍTULO II — DAS PENAS E MEDIDAS DE SEGURANÇA E SUAS ESPÉCIES SECÇÃO I — ESPÉCIES DE PENAS E DE MEDIDAS DE SEGURANÇA 16. MONISMO E DUALISMO DAS PENAS E MEDIDAS DE SEGURANÇA 16.1. Fins das penas e das medidas de segurança. Remissão 16.2. Monismo e dualismo das penas e medidas de segurança 17. CLASSIFICAÇÃO DAS PENAS 17.1. Penas principais e penas acessórias. Efeitos das penas 17.2. Penas alternativas e penas conjuntas 17.3. Penas substitutivas 17.4. Outras classificações 18. ESPÉCIES DE PENAS 18.1. Espécies de penas principais no Código Penal 18.1.1. Aplicáveis às pessoas singulares: prisão e multa 18.1.2. Aplicáveis às pessoas coletivas e equiparadas 18.2. Espécies de penas principais previstas em legislação avulsa 18.2.1. Princípio geral 18.2.2. Espécies de penas principais aplicáveis às pessoas coletivas na legislação avulsa 18.2.2.1. Espécies de penas principais aplicáveis às pessoas coletivas pelo Decreto-Lei n.º 28/84, de 20 de janeiro (Crimes contra a saúde pública e a economia) 18.2.2.2. Espécies de penas principais aplicáveis às pessoas coletivas pela Lei n.º 15/2001, de 5 de junho — Regime Geral das Infrações Tributárias (RGIT) 18.3. Espécies de penas substitutivas 18.3.1. Noções gerais e espécies de penas substitutivas 18.3.2. Penas substitutivas aplicáveis às pessoas singulares 18.3.2.1. Penas substitutivas na aplicação judicial 18.3.2.2. Regime de permanência na habitação 18.3.2.3. Substituição da prisão por multa 18.3.2.4. Substituição da prisão por proibição do exercício de profissão, função ou atividade 18.3.2.5. A prestação de trabalho a favor da comunidade 18.3.2.6. A admoestação 18.3.2.7. A suspensão da execução da pena de prisão 18.3.2.8. Substituição da pena de multa 18.3.3. Espécies de penas substitutivas aplicáveis às pessoas coletivas 18.3.3.1. Previstas no Código Penal 18.3.3.2. Previstas na legislação avulsa 18.3.4. Penas substitutivas na execução da pena de prisão e de multa 18.3.4.1. Substituição da pena de prisão por obrigação de permanência na habitação ou internamento 18.3.4.2. Substituição da pena de multa por trabalho e conversão em prisão da multa não paga 18.4. Espécies de penas acessórias 18.4.1. Princípios gerais 18.4.2. Previstas no Código Penal e aplicáveis às pessoas singulares 18.4.3. Previstas no Código Penal e aplicáveis às pessoas coletivas 18.4.4. Previstas em legislação avulsa 19. CLASSIFICAÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA 19.1. Classificação das medidas de segurança 19.2. Espécies de medidas de segurança 19.2.1. Internamento de inimputáveis e expulsão de estrangeiros 19.2.2. Interdição de atividades 19.2.3. Cassação da licença e interdição da concessão da licença de condução de veículo motorizado 19.2.4. Regras de conduta 20. INTERNAMENTO DE IMPUTÁVEIS PORTADORES DE ANOMALIA PSÍQUICA E MEDIDAS DE POLÍCIA 20.1. Internamento de imputáveis portadores de anomalia psíquica 20.2. Internamento involuntário de portadores de doença mental 20.3. Medidas de polícia SECÇÃO II — A ESPÉCIE DA PENA E A PENA APLICÁVEL (PENALIDADE) 21. TERMINOLOGIA 22. ESTRUTURA DA PENALIDADE: PENALIDADE SIMPLES E COMPÓSITA 23. RAZÃO DE SER E FUNDAMENTO DA PENALIDADE 24. DETERMINAÇÃO INDIRETA DA PENALIDADE 25. MEDIDA LEGAL DA PENA SECÇÃO III — VARIAÇÃO DA MEDIDA LEGAL DA PENA E DA MEDIDA DE SEGURANÇA 26. INTRODUÇÃO 27. AGRAVAÇÃO E ATENUAÇÃO LEGAIS 28. CIRCUNSTÂNCIAS MODIFICATIVAS AGRAVANTES 29. CIRCUNSTÂNCIAS MODIFICATIVAS ATENUANTES 30. CONCURSO DE CIRCUNSTÂNCIAS MODIFICATIVAS 30.1. Introdução 30.2. Concurso de várias circunstâncias modificativas agravantes ou atenuantes 30.2.1. Concurso de várias circunstâncias modificativas agravantes no mesmo tipo legal 30.2.2. Concurso de várias circunstâncias modificativas atenuantes no mesmo tipo de crime 30.2.3. Concurso de várias circunstâncias modificativas gerais CAPÍTULO III — APLICAÇÃO DAS PENAS E MEDIDAS DE SEGURANÇA SECÇÃO I — ÂMBITO DA APLICAÇÃO DA PENA E MEDIDA DE SEGURANÇA 31. A FUNÇÃO DO JUIZ NA APLICAÇÃO DA PENA E MEDIDA DE SEGURANÇA 32. DETERMINAÇÃO DO TIPO DE CRIME E DA PENA APLICÁVEL; ESCOLHA DA ESPÉCIE DE PENA E FIXAÇÃO DA PENA CONCRETA A APLICAR 33. A ESCOLHA DA PENA APLICÁVEL: PENAS ALTERNATIVAS 34. DETERMINAÇÃO DA MEDIDA DA PENA. O ARTIGO 71.º DO CÓDIGO PENAL 34.1. Os antecedentes imediatos do artigo 71.º 34.2. Proposta de interpretação do artigo 71.º do Código Penal 35. DETERMINAÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA APLICÁVEIS SECÇÃO II — A MEDIDA JUDICIAL DA PENA E DA MEDIDA DE SEGURANÇA § 1.º O FACTO COMO FACTO TÍPICO E COMO FACTO CIRCUNSTANCIADO 36. INTRODUÇÃO 37. ELEMENTOS ESSENCIAIS E ELEMENTOS ACIDENTAIS DO CRIME. AS CIRCUNSTÂNCIAS DO CRIME 38. VALOR JURÍDICO DAS CIRCUNSTÂNCIAS 39. CLASSIFICAÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS 40. OBRIGATORIEDADE DE APRECIAÇÃO JUDICIAL DAS CIRCUNSTÂNCIAS § 2.º AS CIRCUNSTÂNCIAS GERAIS COMUNS E ESPECIAIS 41. AS CIRCUNSTÂNCIAS COMUNS: CIRCUNSTÂNCIAS LEGAIS, OBRIGATÓRIAS OU FACULTATIVAS E CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS 138 42. AS CIRCUNSTÂNCIAS COMUNS EXPRESSAMENTE INDICADAS NO ARTIGO 71.º 43. AS CIRCUNSTÂNCIAS ESPECIAIS 44. O EFEITO DE AGRAVAÇÃO OU ATENUAÇÃO DAS PENAS 45. AS CIRCUNSTÂNCIAS NA DETERMINAÇÃO DA PENA APLICÁVEL (CIRCUNSTÂNCIAS MODIFICATIVAS) 46. O CONCURSO DE CIRCUNSTÂNCIAS COMUNS 47. CAUSAS DE ATENUAÇÃO ESPECIAL 48. EFEITOS DA ATENUAÇÃO ESPECIAL 49. DISPENSA DE PENA 50. MEDIDAS DE SEGURANÇA § 3.º REINCIDÊNCIA 51. DEFINIÇÃO LEGAL DE REINCIDÊNCIA 52. A REINCIDÊNCIA É CIRCUNSTÂNCIA MODIFICATIVA DO CRIME 53. OS EFEITOS DA REINCIDÊNCIA § 4.º DELINQUENTES POR TENDÊNCIA, ALCOÓLICOS E EQUIPARADOS (PENA RELATIVAMENTE INDETERMINADA) 54. RAZÃO DE ORDEM. PENA RELATIVAMENTE INDETERMINADA 54.1. Razão de ordem 54.2. Natureza da pena relativamente indeterminada 55. DELINQUENTES POR TENDÊNCIA E ALCOÓLICOS E EQUIPARADOS 55.1. Pressupostos da qualificação de delinquente por tendência 55.2. Efeitos da qualificação 56. ALCOÓLICOS E EQUIPARADOS SECÇÃO III — PUNIÇÃO DO CONCURSO DE CRIMES E DO CRIME CONTINUADO 57. RAZÃO DE ORDEM 58. A RAZÃO DA PUNIÇÃO UNITÁRIA DO CONCURSO DE CRIMES E DO CRIME CONTINUADO 59. A FORMAÇÃO DA PENALIDADE NO CONCURSO DE CRIMES 59.1. Princípio geral 59.2. A formação da penalidade no concurso de penas, quando estas sejam umas de prisão e outras de multa 59.3. A formação da penalidade no concurso de penas, quando estas sejam penas compósitas cumulativas 60. DETERMINAÇÃO DA PENA CONCRETAMENTE APLICADA AO CONCURSO DE CRIMES 60.1. Regra geral 60.2. Conhecimento superveniente do concurso 61. A FORMAÇÃO DA PENALIDADE E A DETERMINAÇÃO DA PENA A APLICAR AO CRIME CONTINUADO 61.1. A regra da punição 61.2. O conhecimento superveniente da continuação criminosa SECÇÃO IV — DESCONTO NA PENA DAS MEDIDAS PROCESSUAIS E PENAS ANTERIORMENTE SOFRIDAS 62. A RAZÃO QUE PRESIDE AO INSTITUTO DO DESCONTO 63. PRESSUPOSTOS DO DESCONTO 64. MEDIDAS PROCESSUAIS 65. PENA ANTERIOR 66. MEDIDA PROCESSUAL OU PENA SOFRIDA NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO IV — PERDA DE COISAS E DIREITOS RELACIONADOS COM O CRIME E INDEMNIZAÇÃO DE PERDAS E DANOS POR CRIME 67. INTRODUÇÃO 68. PERDA DE INSTRUMENTOS, PRODUTOS E VANTAGENS 68.1. Perda de instrumentos 68.2. Perda de produtos e vantagens 68.3. Regime especial (Decreto-Lei n.º 15/93 — Tráfico de estupefacientes) 68.4. Perda de instrumentos, produtos ou vantagens pertencentes a terceiro 69. PERDA ALARGADA DE BENS — LEI N.º 5/2002 70. A INDEMNIZAÇÃO CIVIL E A COMPENSAÇÃO ÀS VÍTIMAS 70.1. Responsabilidade civil emergente do crime 70.2. Indemnização do lesado pelo Estado 71. REPARAÇÃO DA VÍTIMA EM CASOS ESPECIAIS 71A. EXCURSO SOBRE A APREENSÃO, ARRESTO E CONFISCO DE BENS DE ORIGEM PRESUMIVELMENTE CRIMINOSA CAPÍTULO V — EXECUÇÃO E MODIFICAÇÃO DAS PENAS E MEDIDAS DE SEGURANÇA SECÇÃO I — EXECUÇÃO DAS PENAS 72. NATUREZA DA EXECUÇÃO 72.1. Razão de ordem 72.2. Título executivo. A sentença inexistente e condicional 73. ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO E INÍCIO DA EXECUÇÃO 73.1. Órgãos de execução 73.2. Início da execução 74. A EXECUÇÃO DA PENA DE PRISÃO 74.1. Atos preliminares da execução da pena de prisão 74.2. A execução da pena de prisão de duração determinada 74.3. A execução da prisão de duração relativamente indeterminada 74.4. Cumprimento da pena de prisão em país estrangeiro 75. A EXECUÇÃO DA PENA DE MULTA 76. A EXECUÇÃO DAS PENAS ACESSÓRIAS SECÇÃO II — MODIFICAÇÃO DAS PENAS 77. MODIFICAÇÃO DAS PENAS NA SUA EXECUÇÃO. RAZÃO DE ORDEM 78. A SUBSTITUIÇÃO DA EXECUÇÃO DA PENA DE PRISÃO 208 78.1. Internamento de imputáveis portadores de anomalia psíquica 78.2. Modificação da execução da pena de prisão de reclusos portadores de doença grave, evolutiva e irreversível ou de deficiência grave e permanente ou de idade avançada 79. DA SUSPENSÃO DA EXECUÇÃO DA PENA DE PRISÃO 79.1. Natureza da suspensão da execução da pena de prisão 79.2. Pressupostos e modalidades da suspensão da execução da pena de prisão 79.3. Deveres 79.4. Regras de conduta 79.5. Suspensão com regime de prova 79.6. Falta de cumprimento das condições de suspensão e revogação da suspensão 79.7. Extinção da pena suspensa na sua execução 80. AS PENAS SUBSTITUTIVAS DA MULTA 80.1. A substituição por trabalho 80.2. A prisão subsidiária da multa 80.3. A substituição da multa por admoestação 81. LIBERDADE CONDICIONAL 81.1. Conceito e natureza 81.2. Pressupostos e duração 81.3. Adaptação à liberdade condicional 81.4. Regime e revogação SECÇÃO III — EXECUÇÃO E MODIFICAÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA 82. OBSERVAÇÕES PRELIMINARES 83. EXECUÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA 83.1. Execução da medida de segurança privativa da liberdade 83.2. Execução das medidas de segurança não privativas da liberdade 84. MODIFICAÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA 85. EXTINÇÃO DA MEDIDA DE INTERNAMENTO 86. EXTINÇÃO DE OUTRAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CAPÍTULO VI — EXTINÇÃO DA RESPONSABILIDADE CRIMINAL 87. NOÇÕES GERAIS 88. A PRESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO CRIMINAL 88.1. Conceito 88.2. Prazos de prescrição 88.2.1. Em geral 88.2.2. Em especial: relativamente às pessoas coletivas 88.3. Início do prazo de prescrição 88.4. Suspensão da prescrição 88.5. Interrupção da prescrição 88.6. Aplicação no tempo das leis sobre prescrição 88.7. Modo de contagem dos prazos de prescrição 89. A PRESCRIÇÃO DAS PENAS E DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA 89.1. Prazos de prescrição das penas 89.2. Prazos de prescrição das medidas de segurança 89.3. Início do prazo de prescrição das penas e medidas de segurança 89.4. Suspensão da prescrição das penas e das medidas de segurança 89.5. Interrupção da prescrição das penas e medidas de segurança 90. OUTRAS CAUSAS DE EXTINÇÃO DO PROCEDIMENTO CRIMINAL, DAS PENAS E DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA 90.1. Outras causas de extinção da responsabilidade criminal além das enumeradas no Título V da Parte Geral do Código Penal 90.2. A morte do agente e a extinção da pessoa coletiva 90.2.1. A morte do agente 90.2.2. A extinção da pessoa coletiva e entidade equiparada 90.3. A amnistia 90.4. O perdão genérico 90.5. O indulto 90.6. A reabilitação 91. SOBRE A IMPRESCRITIBILIDADE DE CERTOS CRIMES CAPÍTULO VII — REGISTO CRIMINAL E REABILITAÇÃO 92. INTRODUÇÃO. NOÇÃO 93. ORIGEM HISTÓRICA E NATUREZA JURÍDICA DO REGISTO CRIMINAL 94. REGIME JURÍDICO DO REGISTO CRIMINAL 94.1. Conteúdo 94.2. Acesso e decisões não transcritas nos certificados de registo criminal 94.3. Cancelamento definitivo e provisório do registo 95. A REABILITAÇÃO JURÍDICO-PENAL 96. O REGISTO DE CONTUMAZES CAPÍTULO VIII — AVALIAÇÃO DAS SANÇÕES E DA SUA EFICÁCIA. QUE FUTURO? 97. AVALIAÇÃO DO DIREITO PENAL E DAS SANÇÕES PENAIS 98. A MEDIDA DA EFICÁCIA DAS SANÇÕES PENAIS 99. A COMPLEXIDADE DAS CAUSAS DA CRIMINALIDADE 100. A PREVENÇÃO DA CRIMINALIDADE PELA EXTIRPAÇÃO DAS SUAS CAUSAS 101. QUE FUTURO PARA AS SANÇÕES PENAIS? BIBLIOGRAFIA |