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LEITÃO, Luís Manuel Teles de Menezes DIREITO DA INSOLVÊNCIA - 6.ª Edição - Julho/2015 [de: Luís Manuel Teles de Menezes Leitão] - Almedina, Jul./2015. - Almedina ISBN 978-972-40-6090-3 (Broch.) COMPRA Índice Geral 1. INTRODUÇÃO 1.1. O Direito da Insolvência 1.2. O processo de insolvência 2. EVOLUÇÃO GERAL DO REGIME DA INSOLVÊNCIA 2.1. Direito Romano 2.2. Direito Intermédio 2.3. A Codificação 32 2.4. O advento do princípio da recuperação de empresas 2.5. As reformas recentes em matéria de insolvência 3. EVOLUÇÃO DO REGIME DA INSOLVÊNCIA EM PORTUGAL 3.1. Fases da evolução 3.2. A primeira fase: sistema da falência-liquidação 3.3. A segunda fase: o sistema da falência-saneamento 3.4. A terceira fase: o retorno ao sistema da falência-liquidação 4. A SITUAÇÃO DE INSOLVÊNCIA 4.1. Critérios para a definição da situação de insolvência 4.2. O critério da lei portuguesa 5. SUJEITOS PASSIVOS DA DECLARAÇÃO DE INSOLVÊNCIA 5.1. Sujeitos passivos abrangidos pelo regime comum da insolvência 5.2. Regimes especiais 6. A MASSA INSOLVENTE 7. A CLASSIFICAÇÃO DOS CRÉDITOS 7.1. Generalidades 7.2. As dívidas da massa insolvente 7.3. Os créditos sobre a insolvência 8. ÓRGÃOS DA INSOLVÊNCIA 8.1. Generalidades 8.2. O Tribunal 8.3. O administrador da insolvência 8.4. A comissão de credores 8.5. A assembleia de credores 9. O PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE INSOLVÊNCIA 9.1. A legitimidade para o pedido de declaração de insolvência 9.2. A apresentação à insolvência pelo devedor 9.3. O requerimento da insolvência pelos outros legitimados 9.4. Requisitos da petição inicial 9.5. Desistência do pedido ou da instância 9.6. Consequências da dedução de pedido infundado 10. APRECIAÇÃO LIMINAR DO PEDIDO E MEDIDAS CAUTELARES 10.1. Apreciação liminar do pedido 10.2. Medidas cautelares 11. OPOSIÇÃO À INSOLVÊNCIA 12. AUDIÊNCIA DE DISCUSSÃO E JULGAMENTO 13. A SENTENÇA DE INDEFERIMENTO DO PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE INSOLVÊNCIA, SUA IMPUGNAÇÃO E PUBLICIDADE 14. A SENTENÇA DE DECLARAÇÃO DE INSOLVÊNCIA E SEUS EFEITOS 14.1. Conteúdo, notificação, citação e publicidade da sentença 14.2. A hipótese de insuficiência da massa insolvente 14.3. Efeitos da sentença de declaração de insolvência 15. IMPUGNAÇÃO DA SENTENÇA DE DECLARAÇÃO DE INSOLVÊNCIA 16. RECLAMAÇÃO E VERIFICAÇÃO DE CRÉDITOS 16.1. Generalidades 16.2. Reclamação de créditos 16.3. Saneamento do processo 16.4. Instrução do processo 16.5. Discussão e julgamento da causa 16.6. Sentença 17. RESTITUIÇÃO E SEPARAÇÃO DE BENS 18. VERIFICAÇÃO ULTERIOR 19. ASSEMBLEIA DE CREDORES DE APRECIAÇÃO DO RELATÓRIO 20. LIQUIDAÇÃO DA MASSA INSOLVENTE 20.1. Generalidades 20.2. Dispensa, suspensão e interrupção da liquidação 20.3. Regulação especial da liquidação através de plano da insolvência 20.4. Início da liquidação 20.5. Liquidação de bens em situação de contitularidade, indivisão ou litígio sobre a titularidade 20.6. O regime específico dos actos de especial relevo e da alienação de empresa compreendida na massa insolvente 20.7. Alienação dos bens compreendidos na massa insolvente 20.8. Proibição de aquisição de bens da massa insolvente pelo administrador da insolvência 20.9. Depósito do produto das vendas 20.10. Conclusão da liquidação 21. PAGAMENTO 21.1. Generalidades 21.2. Pagamento das dívidas da massa insolvente 21.3. Pagamento dos créditos que beneficiem de garantia real 21.4. Pagamento dos créditos privilegiados 21.5. Pagamento dos créditos comuns 21.6. Pagamento dos créditos subordinados 21.7. Aspectos específicos de tutela de certos créditos 21.8. Rateio final e pagamentos 22. INCIDENTE DE QUALIFICAÇÃO DA INSOLVÊNCIA 22.1. Generalidades 22.2. Pressupostos da qualificação da insolvência 22.3. Processamento do incidente 22.4. Efeitos da qualificação da insolvência como culposa 23. O PLANO DE INSOLVÊNCIA 23.1. Generalidades 23.2. Legitimidade para ser objecto de plano de insolvência 23.3. Legitimidade para apresentar a proposta de plano de insolvência 23.4. Conteúdo do plano de insolvência 23.5. Condições de eficácia do plano de insolvência 23.6. Aprovação do plano de insolvência 23.7. Homologação do plano de insolvência 23.8. Efeitos da homologação do plano de insolvência 23.9. A execução do plano de insolvência 24. A ADMINISTRAÇÃO PELO DEVEDOR 25. ENCERRAMENTO DO PROCESSO 25.1. Pressupostos do encerramento do processo 25.2. Efeitos do encerramento do processo 25.3. Publicidade do encerramento do processo 26. O PROCEDIMENTO DE RECUPERAÇÃO ATRAVÉS DO SIREVE 26.1. Generalidades 26.2. Pressupostos legais 26.3. Tramitação do procedimento 26.4. Extinção do procedimento sem obtenção de acordo 26.5. Obtenção de acordo quanto à recuperação da empresa 26.6. Incumprimento do acordo 26.7. Articulação com outros processos 27. O PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO 27.1. Generalidades 27.2. Pressupostos legais 27.3. Tramitação processual 27.4. Efeitos da nomeação do administrador judicial provisório 27.5. Conclusão do processo de revitalização 27.6. O caso especial de homologação de acordos extrajudiciais de recuperação do devedor 27.7. Subsistência dos negócios e garantias acordados, mesmo que se verifique a insolvência do devedor 28. O REGIME ESPECIAL DA INSOLVÊNCIA DE PESSOAS SINGULARES 28.1. A exoneração do passivo restante 28.2. O plano de pagamentos aos credores 28.3. A insolvência de ambos os cônjuges 29. AS INSOLVÊNCIAS INTERNACIONAIS 29.1. Generalidades 29.2. Âmbito de aplicação do Regulamento (UE) 1346/2000 29.3. Regime geral de determinação da lei aplicável 29.4. Regras específicas 29.5. A competência internacional para o processo de insolvência 29.6. A repercussão no estrangeiro dos processos de insolvência que correm nos tribunais portugueses 29.7. Repercussão em Portugal dos processos de insolvência que correm no estrangeiro 30. OS CRIMES INSOLVENCIAIS 30.1. Generalidades 30.2. O crime de insolvência dolosa 30.3. A frustração de créditos 30.4. A insolvência negligente 30.5. O favorecimento de credores 30.6. Agravação das penas 30.7. A indiciação de infracção penal em processo de insolvência |