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ASCENÇÃO, José de Oliveira DIREITO CIVIL - DIREITO DE AUTOR E DIREITOS CONEXOS - janeiro/2008 - Reimpressão da edição de 1992 - Coimbra Editora - José de Oliveira Ascensão PARTE I O DIREITO DE AUTOR COMO RAMO DO DIREITO OBJECTIVO TÍTULO I INTRODUÇÃO CAPÍTULO I Noções prévias 1. Criação intelectual e exclusivo 2. Antecedentes da protecção do autor 3. Os direitos conexos 4. A evolução posterior 5. A relevância económica 6. A evolução da lei portuguesa 7. O Código actual 8. Incidências internacionais 9. Terminologia 10. Bibliografia 11. Razão de ordem CAPÍTULO II O Direito de Autor como ramo do Direito Civil 12. A autonomização como ramo do direito 13. A colocação na enciclopédia jurídica 14. O Direito de Autor como ramo do Direito Civil 15. A Propriedade Industrial CAPÍTULO III O Direito Internacional do Autor 16. O problema. A «territorialidade» das leis nacionais 17. O princípio da pessoalidade 18. O reconhecimento internacional dos direitos 19. A Convenção de Berna 20. Convenção Universal do Direito de Autor 21. Outras convenções multilaterais 22. Determinação da lei aplicável 23. A reciprocidade material 24. Reciprocidade e convenção internacional 25. Relação com a lei do país de origem 26. Âmbito de tutela das convenções internacionais 27. Sobre a aplicação das convenções aos dissídios internos 28. «Publicação» nos instrumentos internacionais 29. O país de origem 30. O critério básico da lei portuguesa PARTE II A ESTÁTICA TÍTULO I OBJECTO CAPÍTULO I A obra literária ou artística 31. A criação do espírito 32. Ideias, processos, temas 33. A exteriorização duma criação do espírito 34. A materialização no exemplar 35. O suporte material 36. O direito sobre o exemplar 37. Forma e conteúdo. O plágio 38. Carácter objectivo da obra 39. A «obra literária e artística» 40. A tutela dos projectos 41. A exclusão dos modos de expressão obrigatória SECÇÃO I Programas de computador 42. Obras criadas por computador 43. Programa de computador; caracterização 44. Fórmula do programa e Direito de Autor 45. Obras dramáticas e dramático musicais. A encenação 46. Obras fonográficas e radiofónicas 47. Obras audiovisuais 48. Compilações 49. Edições críticas 50. Classificações 51. Modificações da obra 52. Obra e divulgação 53. Criatividade 54. Individualidade 55. A destinação ou objectivo 56. Mérito 57. Obra utilitária e mérito 58. Carácter estético e originidade 59. O «folclore» 60. Novidade 61. As coincidências fortuitas na criação 62. Posição adoptada 63. Paráfrases e paródias CAPÍTULO II O autor SECÇÃO I A criação isolada 64. O autor em técnica jurídica 65. Autor e criador intelectual 66. Determinação do autor 67. Nome e Direito de Autor 68. Cedência do direito ao nome 69. A independência de formalidades 70. Obras não protegidas 71. Obras oficiais 72. As obras protegidas incorporadas em obras oficiais 73. A «exclusão de protecção» do art. 7.º 74. Crítica do preceito 75. Obra antijurídica SECÇÃO II Criação integrada 76. A obra derivada 77. Distinção da obra de colaboração e da obra colectiva 78. O papel da empresa 79. Regime comum 80. Obra colectiva 81. Obra de colaboração e conexão de obras 82. Os co autores 83. Natureza da «cessão» de direitos aos co autores 84. Regime 85. Conexão de obras e obra compósita 86. Regime 87. Aplicação à obra radiofundida, cinematográfica, fonográfica e videográfica 88. Autoria da obra audiovisual 89. Restrição do círculo dos autores 90. Obra subsidiada 91. Obra para outrem ou de encomenda 92. Critério de atribuição 93. Regime 94. A obra na titularidade do criador intelectual 95. O estatuto particular dos entes públicos 96. Os parâmetros do sistema 97. Direito de autor e comunhão matrimonial de bens SECÇÃO III Representação 98. Representação do autor 99. Entidades de gestão colectiva: remissão 100. O exercício de direitos sobre a obra anónima e pseudónima 101. Vicissitudes da relação de representação CAPÍTULO III Publicação e divulgação 102. A utilização destes termos na lei interna 103. A primeira divulgação e as subsequentes 104. A primeira divulgação 105. O regime da obra antes da primeira divulgação 106. O pretenso carácter constitutivo da primeira divulgação 107. A posse do direito de autor CAPÍTULO IV Conteúdo do direito de autor: direitos pessoais 108. «Direitos» pessoais e direitos patrimoniais 109. Elenco 110. Tipicidade e vicissitudes 111. Direito ao inédito 112. Regime 113. Direito de retirada 114. As «razões morais» 115. Relação com o direito ao inédito 116. Direito à menção da designação 117. Exercício do direito 118. Direito à paternidade da obra 119. Direito à integridade da obra 120. Aplicações 121. As adaptações 122. A destruição da obra 123. O problema na obra de arquitectura 124. Direito de modificação: aspectos não abrangidos 125. A autorização a terceiros para modificar 126. Natureza destas autorizações 127. O direito de impor aos utilizadores modificações na obra 128. Inalienabilidade, irrenunciabilidade, imprescritibilidade 129. Atribuição CAPÍTULO V Direitos Patrimoniais 130. Delimitação SECÇÃO I O exclusivo de exploração económica 131. Caracterização 132. O uso privado 133. Âmbito da categoria 134. A utilização sem intuito de lucro 135. Diferenças de regime 136. Modalidades 137. Classificação segundo o conteúdo 138. Enunciado das faculdades concedidas 139. Princípios caracterizadores, Liberdade 140. Indeterminação 141. Autonomia das várias faculdades SECÇÃO II Utilizações livres 142. Limites do exclusivo de utilização económica 143. «Licenças legais» 144. Licença compulsória ou compulsiva 145. Natureza das utilizações livres 146. Citação 147. Restrições para fins de informação pública 148. Restrições para fins de ensino, cultura e investigação científica 149. Uso privado de entes colectivos 150. Significado destas restrições 151. Apreciação geral 152. Princípios comuns 153. Limitações extrínsecas SECÇÃO III Faculdades instrumentais SUBSECÇÃO I Reprodução 154. Fixação e reprodução 155. Caracterização 156. Carácter típico 157. Regime SUBSECÇÃO II Reprodução 158. Distinção de outros modos de utilização 159. O exemplar 160. Limites SUBSECÇÃO III Reprografia e processos análogos 161. Situações abrangidas 162. Avaliação do fenómeno: ponto de vista cultural 163. Ponto de vista económico 164. Ponto de vista jurídico 165. As soluções 166. Limitação do sistema aos casos em que não há autorização prévia nem remuneração individual 167. A situação portuguesa 168. A estrutura global a instituir 169. A «quantia» SUBSECÇÃO IV Transformação 170. Noção 171. Transformação e modificação 172. Obra derivada e obra originária 173. O regime legal 174. O direito de tradução 175. A consagração na ordem internacional 176. As relações internacionais 177. O direito do tradutor 178. Quem é tradutor SUBSECÇÃO V Conexão com obra diferente 179. Caracterização da obra compósita 180. Utilização das obras singulares 181. Utilização da obra compósita SUBSECÇÃO VI Modificação 182. Caracterização e razão de ordem SUBSECÇÃO VII Pôr em circulação 183. A autonomia desta faculdade 184. O esgotamento do direito 185. Carácter absoluto do princípio do esgotamento 186. Os direitos que sobrevivem ao esgotamento SECÇÃO IV Exploração económica por apresentação ou comunicação da obra ao público SUBSECÇÃO I Generalidades 187. Caracterização 188. Carácter público e lugar público 189. Modalidades 190. Carácter público e fim lucrativo SUBSECÇÃO II Representação cénica 191. Caracterização SUBSECÇÃO III Recitação e execução 192. Caracterização 193. Regime SUBSECÇÃO IV Comunicação a ambiente diferente 194. Justificação 195. Âmbito SUBSECÇÃO V Exposição 196. Equacionamento 197. Direito de exposição e propriedade do exemplar SUBSECÇÃO VI Exibição 198. Caracterização SUBSECÇÃO VII Construção 199. Caracterização e regime SUBSECÇÃO VIII Radiodifusão 200. Caracterização 201. Radiodifusão e obra radiofónica 202. A necessidade de autorização 203. Regime 204. A liberdade da recepção 205. A radiodifusão ulterior 206. A transmissão por cabo ou fio 207. A radiodifusão por intermédio de satélites 208. Os satélites de radiodifusão indirecta 209. Os satélites de radiodifusão directa 210. Comunicação pública de obra radiodifundida 211. O direito de remuneração 212. As ultra utilizações da obra radiodifundida SUBSECÇÃO IX Apresentação pública de obra fixada 213. Caracterização 214. Regime CAPÍTULO VI Direitos de remuneração SECÇÃO I Preliminares 215. Figuras abrangidas SECÇÃO II Direito de sequência 216. Caracterização 217. Preço ou aumento de preço? 218. Sujeito activo é o titular originário 219. Sujeito activo é o criador intelectual 220. Disposição e extinção 221. Regime SECÇÃO III A remuneração em consequência da reprografia e processos análogos 222. Razão de ordem CAPÍTULO VII Direitos complementares 223 Caracterização CAPÍTULO VIII Direitos do criador intelectual 224. Direitos independentes do direito de autor CAPÍTULO IX Duração. Domínio Público 225. Razão de ordem 226. O prazo comum de tutela post mortem auctoris 227. Apreciação 228. A duração dos direitos pessoais 229. Obra póstuma, obra de colaboração, obra colectiva 230. Limitações do prazo atendendo à natureza da obra 231. Limitações do prazo atendendo à titularidade da obra 232. Direitos conexos 233. Regras sobre contagem de prazos 234. Terminus a quo 235. A prova do decurso do prazo de protecção 236. Domínio público. O domínio público remunerado 237. Direitos pessoais 238. A defesa do património cultural pelo Estado PARTE III A DINÂMICA TÍTULO I VICISSITUDE CAPÍTULO I Generalidades 239. Programa CAPÍTULO II Constituição 240. Modalidades CAPÍTULO III Variações subjectivas 241. Caracterização geral SECÇÃO I Direitos pessoais 242. A derivação do criador intelectual SUBSECÇÃO I Por morte 243. O herdeiro que não é titular dos direitos patrimoniais 244. Exclusão da sucessão em direitos pessoais 245. O herdeiro que for adquirente de direitos patrimoniais 246. O transmissário de direitos patrimoniais 247. O direito ao inédito SUBSECÇÃO II Em vida 248. Rejeição da transmissibilidade 249. A reserva da valoração ética ao autor SECÇÃO II Direitos patrimoniais 250. Disponibilidade 251. .Modalidades 252. Direito de sequência 253. Regime sucessório 254. Efeitos 255. A transmissão 256. Regime 257. A transmissão parcial 258. Oneração e não desmembramento 259. Oneração em sentido estrito 260. Autorização 261. Critérios de distinção inadequados 262. Natureza dos direitos derivados da autorização 263. Aspectos lacunosos 264. Da inexistência de um dever de uso 265. Aquisição do suporte material e transmissão do direito 266. Ultradisposição de direitos derivados 267. A situação nas meras autorizações CAPÍTULO IV Publicidade 268. Situação 269. O registo da. propriedade literária 270. Efeitos substantivos do registo 271. A eficácia contra terceiros 272. O registo prévio por pseudo adquirente 273. Impedimentos ao efeito atributivo 274 Efeitos substantivos do registo e sua crítica 275. Legitimidade 276. Registo de jornais e outras publicações periódicas CAPÍTULO V Extinção 277. Modalidades 278. Renúncia CAPÍTULO VI Formalidades 279. O princípio da isenção de formalidades 280. Os direitos conexos CAPÍTULO VII Autonomia privada SECÇÃO I Em geral 281. A abertura à autonomia privada 282. Os negócios na lei portuguesa 283. Atipicidade dos negócios 284. Tipicidade do conteúdo 285. A encomenda de obras literárias e artísticas: qualificação 286. O contrato «primário» de Direito de Autor 287. A exigência de forma escrita 288. Significado 289. Onerosidade 290. Disposições de obras futuras 291. Disposições expressas, implícitas e tácitas 292. Interpretação 293. «A disposição funcional» 294. Ultradisposições 295. Natureza das vinculações 296. As condições de exercício 297. Oponibilidade a terceiros SECÇÃO II Edição 298. A noção ampla de edição 299. Elementos constitutivos 300. Caracterização 301. Oneração ou mera autorização 302. Objecto 303. A edição de obra futura 304. Forma 305. Retribuição 306. Obrigações do autor 307. A reprodução 308. A exploração da obra 309. Constituição, transmissão e modificações 310. Tutela 311. Extinção 312. Apreciação SECÇÃO III Representação 313. Configuração 314. Obrigações e direitos do empresário 315. Vicissitudes SECÇÃO IV Fixação fonográfica e videográfica 316. Caracterização do contrato 317. Regime SECÇÃO V Tradução 318. Equacionamento 319. Configuração 320. O contrato celebrado com um editor 321. Índole dos direitos derivados SECÇÃO VI Contrato de reprodução de obras de artes plásticas, gráficas e aplicadas 322. Regime legal SECÇÃO VII Contratos de recitação e execução 323. Remissão CAPÍTULO VIII Regimes especiais SECÇÃO I Introdução 324. Modalidades. Informática e direito de autor SECÇÃO II Programa de computador 325. A imposição comunitária da tutela por um direito de autor 326. Posição a adoptar SECÇÃO III A utilização de obras por computadores 327. A obra fornecida ao computador 328. A armazenagem ou fixação de obras 329. Funções do computador 330. A apresentação visual 331. Conclusão sobre o direito português actual 332. O acento na memorização ou fixação das obras 333. A liberdade de utilização e a generalidade da remuneração SECÇÃO IV A protecção das bases de dados 334. Os pressupostos 335. Crítica da tutela pelo direito de autor 336. A tutela específica SECÇÃO V A obra de arte plástica 337. O significado do exemplar original 338. A exposição 339. O desenho e a fotografia da obra 340. Reprodução: remissão SECÇÃO VI Obras das artes aplicadas 341. Regime especial 342. Relação com o Direito Industrial SECÇÃO VII A obra de arquitectura 343. Autonomia, obra, autoria 344. Aspectos do regime SECÇÃO VIII Obras fotográficas 345. A fotografia e o processo mecânico 346. Fotografia e arte 347. Reprodução fotográfica 348. A atribuição de direitos 349. Faculdades de ordem patrimonial 350. Limites na tutela 351 As menções do nome do autor e da data 352. Repercussão do objecto sobre o regime da fotografia SECÇÃO IX A obra cinematográfica 353. Obra audiovisual e obra cinematográfica 354. Qualificações em abstracto possíveis 355. A obra cinematográfica não é obra de colaboração 356. Qualificações rejeitadas. A figura do produtor da obra cinematográfica 357. O produtor 358. A repartição anómala das faculdades compreendidas na autoria 359. As ultra utilizações 360. O produtor e a exploração económica da obra 361. Faculdades de exploração económica 362. A lei portuguesa 363. Regime 364. O contrato de produção cinematográfica 365. A exploração económica da obra 366. Obras análogas à obra cinematográfica: a obra televisiva 367. A obra e a produção videográfica SECÇÃO X Obras publicitárias 368. As previsões legais 369. Situação dos vários intervenientes SECÇÃO XI Jornais e outras publicações periódicas 370. Atribuição e utilização separada das contribuições 371. Venda por assinatura: remissão 372. Título de jornal ou outra publicação periódica PARTE IV OS DIREITOS CONEXOS CAPÍTULO I Generalidades 373. O problema do artista intérprete ou executante 374. A intervenção dos produtores de fonogramas e de videogramas e dos organismos de radiodifusão 375. A lei portuguesa; tipos acolhidos 376. Direito do editor 377. Terminologia 378. Configuração CAPÍTULO II Artistas intérpretes ou executantes 379. O problema do âmbito da categoria 380. A interpretação como género 381. Artista e obra interpretada 382. Natureza da interpretação 383. Prestações abrangidas 384. O direito de impedir 385. Utilizações livres e direitos de remuneração 386. Direitos pessoais 387. Duração e vicissitudes CAPÍTULO III Produtores de fonogramas ou de videogramas 388. A determinação do bem jurídico que se protege 389. Objecto e fundamento da protecção 390. Regime jurídico 391. A distribuição 392. A importação e a exportação 393. A fiscalização 394. Identificação do fonograma ou videograma 395. A autentificação e selo dos fonogramas e a classificação e etiqueta dos videogramas 396 Duração CAPÍTULO IV Organismos de radiodifusão 397. A emissão e o bem jurídico tutelado 398. Conteúdo 399. Duração CAPÍTULO V Disposições comuns aos três grupos de beneficiários previstos 400. Regras do Direito de Autor 401. Aplicações. Forma 402. Presunção de anuência 403. Âmbito internacional de protecção 404. Critérios de conexão à lei portuguesa 405 Utilizações livres e licenças compulsivas 406. Retroactividade CAPÍTULO VI Direito ao espectáculo 407. Problema e resposta a nível mundial 408. A situação em Portugal. As fontes 409. Conteúdo 410 A lei portuguesa 411. Duração CAPÍTULO VII O título da obra 412. Classificação dos títulos 413. Não confundibilidade 414. O título e a obra 415. Regimes especiais PARTE V TUTELA E NATUREZA TÍTULO I TUTELA 416. Colocação do tema CAPÍTULO I Tutela Civil 417. A compensação por lesão enorme: caracterização 418 Colocação 419. Revisão ou indemnização 420. Sujeito passivo 421. Os sucessores 422. Conclusão 423. .A generalidade da tutela Civil 424. A tutela do direito absoluto 425. Providências cautelares 426. Garantias de créditos 427. Direito à fiscalização 428. Direitos à informação e à prestação de contas 429. Responsabilidade civil 430. Os danos «morais» ou não patrimoniais 431. Danos emergentes e lucros cessantes 432. Direitos ao lucro e apreensão cautelar 433. Haverá um direito do autor ao lucro? 434. A pena civil 435. Regime 436. A apreensão 437. Quadro das sanções previstas CAPÍTULO II Tutela Penal 438. A tutela penal: remissão CAPÍTULO III Tutela Administrativa 439. Intervenção preventiva 440. O condicionamento 441. Intervenções repressivas 442. A intervenção em matéria de fonogramas e videogramas CAPÍTULO IV Direito de Autor e Processo 443. A inexistência de um Direito Processual de Autor 444 O tribunal arbitral TÍTULO II ESTRUTURA E NATUREZA JURÍDICA CAPÍTULO I Estrutura 445. Razão de ordem 446. A tese pluralista 447. A lei portuguesa 448. Crítica 449 Teorias dualistas 450. Teorias monistas 451. Comprovação pelo regime legal. 451.A — Elasticidade 452. B — Prorrogações do prazo 453. C — Novos modos de utilização 454. D — Comunhão matrimonial de bens 455. Consolidação dos resultados precedentes 456. A tripartição dos núcleos 457. Direito pessoal e direito personalíssimo 458. Os direitos de remuneração 459. Estrutura dos direitos conexos CAPÍTULO II Natureza jurídica 460. Programa 461. Objecto do direito pessoal 462. Prolegómenos da determinação da natureza 463. O direito de personalidade 464. Teorias patrimonialísticas 465. A insusceptibilidade de apropriação exclusiva 466. A propriedade espiritual ou intelectual 467. A diversidade de regime 468. O direito sui generis 469. O objecto 470. O direito de exclusivo 471. Relação com o direito pessoal 472. Observações conclusivas 473. Os direitos conexos ao direito de autor PARTE VI A GESTÃO COLECTIVA 474. A gestão colectiva necessária 475. A distorção do direito do autor pela gestão colectiva 476. Ente de gestão, mandato e representação 477. A procuração 478. A desprotecção total do autor perante a entidade de gestão 479. O art. 218.º Remissão PARTE VII DIREITO DE AUTOR E DIREITO COMUNITÁRIO 480. As incidências CAPÍTULO I Não discriminação 481. Equação do problema 482. Apreciação de hipóteses singulares 483. A suficiência da ressalva das convenções internacionais CAPÍTULO II Exclusivo comercial e concorrência comunitária 484. Os institutos em confronto 485. Os conflitos e os critérios de solução 486. A livre circulação de mercadorias 487. Acordos entre empresas e abuso de posição dominante CAPÍTULO III Harmonização dos direitos 488. O movimento em curso 489. Propostas actuais 490. A adesão às Convenções de Berna (Acto de Paris) e de Roma (1961) 491. A proposta de directriz sobre direito de autorizar a locação e o comodato e sobre certos direitos vizinhos 492. Proposta relativa aos direitos conexos 493. Outros domínios de acção previstos |