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Mesa redonda [sobre] a competitividade da economia. Conselho Económico e Social, [na sede] Lisboa, 2001-05-24 Mesa redonda [sobre] a competitividade da economia portuguesa / Conselho Económico e Social.- Lisboa : Conselho Económico e Social, [2003].- 207p. ; 24cm. - (Colecção Estudos e Documentos) [Mesa redonda] organizada pelo Conselho Económico e Social e realizado na sua sede, a 24 de Maio de 2001. Esta monografia tem tratamento analítico. ISBN 972-8395-58-2 (Broch.) : oferta ECONOMIA / Portugal, CRESCIMENTO ECONÓMICO / Portugal, PIB / Portugal, COMPETITIVIDADE / Portugal, EMPREGO / Portugal, INVESTIMENTO ESTRANGEIRO / Portugal, TURISMO / Portugal, DÉFICE EXTERIOR / Portugal, RELAÇÕES ECONÓMICAS INTERNACIONAIS / Portugal, MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / Portugal, EMPRESA BANCÁRIA / Portugal, SEGURANÇA SOCIAL / Portugal, CONCORRÊNCIA DESLEAL / Portugal, BENEFÍCIOS FISCAIS / Portugal, DIREITO DO TRABALHO / Portugal, INCENTIVOS FISCAIS / Portugal, RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO / Portugal, REGIONALIZAÇÃO / Portugal, COESÃO ECONÓMICA E SOCIAL / Portugal, PRODUTIVIDADE / Portugal, SOCIEDADE CIVIL / Portugal 1.ª SESSÃO. Intervenção do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Economia / Vítor Santos. Modelos de crescimento: qualitativo ou quantitativa? Vectores de orientação para o crescimento português. Exemplos recentes de decisões concretas. A internacionalização da economia portuguesa. Intervenção do Presidente do Conselho Económico e Social / José da Silva Lopes. O conceito de competitividade. O crescimento do PIB e a evolução do emprego. A produtividade. O equilíbrio externo. As consequências da insuficiente competitividade. Intervenção / Luís Neto. Introdução. A recente evolução da BTC em Portugal. O investimento Directo Estrangeiro: evolução recente, pontos fortes e pontos fracos. O sucesso do turismo em Portugal. A imagem de marca de Portugal. A relação com Espanha. DEBATE. Os malefícios dos meios de comunicação. Questões relativas à internacionalização / Henrique Neto. A necessidade de quantificar os objectivos relativos à exportação / João Ferreira do Amaral. A performance portuguesa e a má gestão / João Salgueiro. Haverá justificação para o apoio público a investimentos de empresas portuguesas no exterior? / Mendonça Pinto. Comparação entre IDE em Portugal e noutros pequenos países europeus / Luís Neto. A existência de capital de vrisco em Portugal / Ricardo Bayão Horta. Discussão privada versus discussão pública. A internacionalização e Espanha. A orientação do ICEP. A internacionalização e o Brasil / Luís Neto. Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Economia / Vítor Santos. A política de internacionalização. A internacionalização e Espanha. Os efeitos de uma desvalorização competitiva. O trade off produtividade/desemprego. 2.ª SESSAO. Intervenção / Henrique Neto. DEBATE. A importância de um enquadramento saudável à actividade empresarial. A dinamização da sociedade portuguesa. A concorrência no sector energético / Luís Mira Amaral. O sector da construção / Rui Nogueira Simões. O sector bancário / João Salgueiro. Três vias práticas para enfrentar a questão da competitividade / Maria João Rodrigues. Tratamento fiscal do agente que inova / João Cravinho. A experiência irlandesa. A Segurança Social e a concorrência desleal. A reforma fiscal / Fernando Marques. O sector da construção. O sector bancário. A modernização dos sectores tradicionais. Benefícios fiscais para os agentes que inovam. A experiência irlandesa. A necessidade de uma orientação nacional / Henrique Neto. Intervenção / Luís Valente de Oliveira. Qual o benchmark relevante? Inovação incremental e inovação radical. A importância da produtividade da Administração Pública. Outros mecanismos para assegurar a competitividade: regime cambial e regime fiscal. O trade off produtividade-desemprego. Intervenção / José Fernando Pinto dos Santos. Em que competem os países na sociedade do conhecimento? A necessidade de alterar os métodos. Um ambiente saudável é um ambiente com dificuldade. A exigência do cliente enquanto factor de competitividade. DEBATE. Consequências de um aumento drástico dos salários. A importância de um ambiente com dificuldades / Luís Mira Amaral. Termo à subsídio-dependência. Aposta no capital humano. Desenvolvimento das infra-estruturas físicas / Ricardo Bayão Horta. Aumentos salariais como forma de estimar a inovação / Fernando Marques. Subsídios fiscais ou subsídios financeiros. Consequências de um aumento drástico dos salários / José da Silva Lopes. A falta de exigência da sociedade portuguesa / João Bártolo. Racionalizar os institutos públicos / Rui Nogueira Simões. Incentivos financeiros ou fiscais e as faltas de mercado. Tributar o trabalho e não o capital? / Luís Mira Amaral. A exigência do Estado enquanto produtor e comprador / João Cravinho. Erradicar ou encorajar? Condições de sucesso: responsabilização dos agentes, programação e calendarização das medidas e, monitorização dos resultados / João Salgueiro. Benchmarking e convergência real / Maria João Rodrigues. O papel do mercado e da competição para nos pôr à prova / José Fernando Pinto dos Santos. 3.ªSESSÃO. Intervenção / Maria João Rodrigues. A União Europeia: benchmark e alavanca. O Programa Integrado de Apoio à Inovação. As apostas chave do programa. AQ necessidade de trabalhar em parceria. Intervenção / João Salgueiro. Como aferir a competitividade de um país. A descolonização das actividades produtivas. Perspectivas para o futuro: atitude, benchmarking e exigência. Consequências da actual má gestão. Indicadores de benchmarking. DEBATE. Parcerias, benchmarking, governância e regionalização: quatro aspectos a desenvolver / Luí Valente de Oliveira. A unidade de análise da competitividade. A inovação sempre foi um factor de competitividade. A cultura do consumidor nacional. Exemplo dos benefícios da concorrência / José Fernando Pinto dos Santos. Como compatibilizar a eficiência económica e a competitividade com a justiça social e coesão social? / Mendonça Pinto. O desafio da educação / Ricardo Bayão Horta. As falhas dos elemaentos estatísticos Menos Estado para que haja melhor Estado. Portugale a Asean / Henrique Salles da Fonseca. Não ignorar o papel das instituições no processo inovatório / João Bártolo. A inovação e o papel do mercado. A falta de informação do indicador "taxa de desemprego" / José Fernando Pinto dos Santos. 4.ª SESSÃO. As posições das organizações de trabalhadores e de empregadores: CGTP; UGT; CAP; CCP e CIP. Intervenção [da] CGTP / Fernando Marques. O desequilíbrio externo da economia portuguesa. Os condicionantes e a melhoria da produtividade. O baixo nível de qualificação. Processos produtivos que não favorecem a inovação. Carências importantes na gestão e organização das empresas. O papel do Estado Que modelo de desenvolvimento. Intervenção [da] UGT / João de Deus. Competitividade, emprego e desenvolvimento. Reforçar a produtividade e competitividade nacionais. Vias para melhorar a produtividade e a competitividade. Como medir a produtividade? Conclusão. Intervenção [da] CAP / Luís Mira. A competitividade do sector agro-florestal em Portugal. Condicionantes externas da competitividade nacional. Condicionantes internas da competitividade nacional. Intervenção [da] CCP / Cortez. Asoectos fundamentais da nova economia do imaterial. O PROINOV e o Programa Operacional de Economia. A envolvente externa e o enquadramento da actividade das empresas. Intervenção [da] CIP / Heitor Salgueiro. A competitividade portuguesa e a inércia no passado recente. Quatro aspectos fundamentais: produtividade, inflação, política orçamental e educação. Carências dos indicadores quantitativos. A participação da sociedade civil. PROGRAMA. |