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Emprego e desemprego na controversia keynesianos versus monetaristas / Antonio Avelãs Nunes Estudos em homenagem ao Professor Doutor Antonio de Arruda Ferrer Correia. - Coimbra:Boletim da Faculade de Direito da Universidade de Coimbra - número especial III, 1991. - p.209-326 ; 23cm. DIREITO DO TRABALHO, ESTAGFLAÇÃO, EMPREGO, DESEMPREGO, SALARIO, POLITICA DE EMPREGO, POLITICA MONETARIA, TAXAS DE JURO -- I- DOS NEO-CLASSICOS A KEYNES: A REVOLUÇÃO KEYNESIANA. 1- A teoria clássica do equilíbrio de pleno emprego e a concepção do desemprego voluntário. 2- Keynes: o equilibrio com desemprego involuntário. 3- A teoria keynesiana é um mero caso especial da teoria neo-clássica? 3.1- A rigidez dos salários nominais não pode considerar-se a justificação das situações de desequilibrio com desemprego involuntário. 3.2- O efeito Keynes. Os limites a sua actuação: a) o alçapão da liquidez; b) a inelasticidade das funções de aforro e de investimento relativamente à taxa de juro. 3.3- A necessidade de uma política activa de combate ao desemprego e as limitações da política monetária. 4- O efeito Pigou. 4.1- O real-balance effect não se verifica relativamente à moeda nterna. 4.2- Os efeitos negativos da baixa dos salários nominais e dos preços: a) o efeito-expectativas; b) o efeito de redistribuição. 5- A Curva de Phillips. O trade-off inflação/desemprego. II- A CONTRA-REVOLUÇÃO MONETARISTA. 1- A estagflação. O descrédito da Curva de Phillips e das políticas keynesianas de pleno emprego. A ascenção do monetarismo. 2- A taxa natural de desemprego. O desemprego é sempre desemprego voluntário. 3- A Curva de Phillips vertical (expectations adjusted Phillips curve). 4- O aumento da taxa natural de desemprego. 5- A análise microeconómica da procura de emprego. 6- A crítica monetarista às políticas keynesianas de pleno emprego. 7- A única política admissível: fazer baixar a taxa natural de desemprego. 8- Milton Friedman e a Curva de Phillips de inclinação positiva. 9- A teoria das expectativas racionais e o desemprego voluntário. III- BREVE REFLEXÃO CRÍTICA. 1- O ataque aos opressivos monopólios do trabalho. 2- A critica do estado-providência. 3- O perigo do fascismo de mercado. |