CD 336

Centro de Documentação da PJ
Analítico de Monografia
FRANCO, João Miguel, e outro
Qualidade e acreditação de atividades forenses / João Miguel Franco, Pedro Costa
In: Tratado de Medicina Legal / coord. Francisco Corte Real ..[et al.]. – Lisboa : PACTOR, 2022. – p. 85-92.


ACREDITAÇÃO DE LABORATÓRIO, NORMA DE QUALIDADE, CIÊNCIA FORENSE

Introdução. 7.1 – Organização Internacional de Normalização e enquadramento do processo normativo. 7.1.1 - O que é uma norma? 7.2 – Acreditação e certificação. 7.2.1 – O que é a acreditação? 7.2.2 – O que é a avaliação da conformidade? 7.2.3 – Para que serve a acreditação? 7.2.4 – Regulação. 7.2.5 – Globalização. 7.2.6 – Competitividade. 7.2.7 – Racionalização. 7.2.8 – Como se faz a acreditação? 7.2.9 – Como se reconhece uma entidade acreditada? 7.2.10 – Símbolos de acreditação. 7.2.11 – O que é a certificação e para que serve? 7.2.12 – Princípios da gestão da qualidade e principais benefícios da certificação. 7.3 – Normas de acreditação aplicáveis à atividade forense. 7.3.1 – NP EN ISO/IEC 17025 – Requisitos gerais de competência para laboratórios de ensaio e calibração. 7.3.2 – NP EN ISO 15189- Laboratórios clínicos. Requisitos para a qualidade e competência. 7.3.3 – NP EN ISO/IEC 17020 – Avaliação da conformidade. Requisitos para o funcionamento de diversos tipos de organismos de inspeção. 7.3.4 – NP EN ISO 9001 – Sistemas de gestão da qualidade. Requisitos. 7.4 – Recomendações para a implementação de sistemas de gestão da qualidade em laboratórios forenses. 7.4.1 – Qualificação do pessoal. 7.4.2 – Seleção e validação de métodos de ensaio. 7.4.3 – Amostragem. 7.4.4 – Manuseamento dos itens/amostras a ensaiar. 7.4.5 – Assegurar a garantia dos resultados. 7.4.6 – Instalações e condições ambientais. 7.4.7 – Documentação. 7.4.8 – Apresentação de resultados. 7.5 – Recomendações para a implementação de sistemas de gestão da qualidade em serviços de patologia forense. Considerações finais. Bibliografia.