Centro de Documentação da PJ 33652 |
| DITRICH, Hans Does "forensic science" exist? : scientific background of criminal investigations / Hans Ditrich .Siak-Internacional, Wien, (2011), p. 40-51 (*). Tradução parcial do resumo inserto no artigo. CIÊNCIA FORENSE, INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA, INVESTIGAÇÃO CRIMINAL O trabalho forense normalmente cobre crimes individuais, ao contrário da criminologia, que investiga os aspetos gerais do comportamento criminal. O conceito de "ciência forense" não concorre com o critério de pesquisa científica. Claramente, os métodos forenses são requeridos para serem bem estabelecidos, padronizados e incontestados tanto quanto possível. Inovação e criatividade têm de ser severamente restringidas a bem da lealdade. Contudo, os princípios científicos da objetividade, confiança e validade também se aplicam às investigações forenses. Os aspetos cruciais são a mais alta qualidade possível da investigação em si e da qualificação do perito. A pesquisa científica genuína tem mecanismos inerentes de verificação da qualidade como o processo de revisão pelos pares. Adicionalmente, os erros são normalmente corrigidos mais tarde, através de pesquisas mais detalhadas. Mecanismos de correção como procedimentos de recurso ou segundas perícias também existem em matérias forenses, mas o impacto imediato dos resultados nas pessoas envolvidas, coloca as mais altas exigências de qualificação e qualidade. Ao adquirir conhecimento em investigações forenses, questões específicas são geralmente seguidas de criação de teorias. Estas teorias podem ser potencialmente absorvidas no "corpus" do conhecimento formal. Importantes inovações e melhorias técnicas são frequentemente baseadas na experiência da prática criminalística e não em pesquisa académica. O último, contudo, é responsável por implementar regras científicas no trabalho forense. Isto convida a uma estreita colaboração entre a pesquisa académica e a aplicação prática - i. é., uma melhoria no estímulo científico. |