Centro de Documentação da PJ
Monografia

CD262
GRÁCIO, Ricardo Sampaio de Andrade
A valência "explosive ordnance disposal" na Guarda Nacional Republicana [Documento electrónico] / Ricardo Sampaio De Andrade Grácio.- Lisboa : [s.n.], 2011.- 1 CD-ROM ; 12 cm
Trabalho de investigação aplicada do Mestrado em Ciências Militares - especialidade Segurança, tendo como orientador Ricardo Alexandre Rodrigues Caiado. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,94 MB em formato PDF (111 p.).


ENGENHO EXPLOSIVO, BRIGADA ESPECIAL, TERRORISMO INTERNACIONAL, METODOLOGIAS, GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, TESE, PORTUGAL

O recurso a engenhos explosivos por parte de organizações terroristas tem constituído um "modus operandi" frequente que, pelo seu efeito devastador, representa uma ameaça séria à segurança das pessoas e dos seus bens. Desde o início da campanha revolucionária na Irlanda do Norte em 1970, os meios e métodos utilizados em ataques terroristas sofreram actualizações constantes, aumentando o seu potencial destruidor. As forças de inactivação de engenhos explosivos devem hoje, mais do que nunca, dispor dos recursos necessários para fazer face a esta ameaça. O presente trabalho de investigação aplicada aborda as Equipas de Inactivação de Engenhos Explosivos da GNR, visando identificar os factores de desempenho de uma força EOD, compreender a situação actual das equipas ao nível dos seus recursos e analisar o seu modelo de implantação territorial. O trabalho encontra-se dividido em duas partes que reflectem as diferentes fases da investigação. Na secção teórica definem-se conceitos importantes relacionados com a valência EOD, procede-se a uma descrição do ambiente em que as equipas EOD operam, do seu espectro de actuação e dos factores de desempenho, seguida de uma explicação sobre a Inactivação de Engenhos Explosivos da GNR. A segunda parte, eminentemente prática, inclui o trabalho de campo desenvolvido, a análise dos resultados obtidos através de entrevistas e inquéritos e, finalmente, as conclusões e recomendações da investigação. Concluiu-se que o modelo de implantação territorial das equipas não é adequado e que a redução e centralização das equipas constitui uma mais-valia para o seu funcionamento.