Centro de Documentação da PJ
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| CRAVEIRO, João Lutas As dimensões motivacionais e estruturais de incêndios florestais / João Lutas Craveiro.- Lisboa : Laboratório Nacional de Engenharia Civil, 2002.- vi, 120 p. ; 30 cm. - (Informação Técnica. Ecologia Social ; 33) ISBN 972-49-1909-9 FOGO FLORESTAL, FOGO POSTO, CRIME CONTRA O AMBIENTE, ESTUDO DE CASOS, PORTUGAL Introdução. 1. Os incêndios florestais e a sociedade do risco - teorias e registos empíricos. 1.1. Introdução. 1.2. A sociologia do ambiente e do risco e o estudo das motivações humanas: fertilizações teóricas e questões de partida. 1.2.1. O que se entende por "motivação"? 1.2.2. Os incêndios florestais em Portugal e os estudos sociológicos das comunidades e dos territórios. 1.2.3. Metodologia adoptada e faseamento: o privilégio da empiria. 2. A Floresta e a ocupação do espaço rural português, durante o séc. XX.2.1. Introdução. 2.2. O peso da superfície florestal na ocupação do território. 2.3. A Floresta em Portugal, nos últimos cem anos. 2.3.1. A primeira metade do Século XX. 2.3.2. Dos anos sessenta até 1974. 2.3.3. De 1974 à adesão à União Europeia. 2.3.4. Da adesão à União Europeia até à actualidade. 2.4. Os contrastes regionais da floresta em Portugal. 2.5. A floresta e o Portugal rural. 2.6. A função da floresta em Portugal. 2.7. A vocação florestal de Portugal e os incêndios. 3. Os territórios do fogo. Guarda: um estudo de caso.3.1. Introdução. 3.2. As tipologias sociais, agrícolas e dos incêndios florestais. 3.2.1. Tipologia dos incêndios. 3.2.2. Tipologia sócioeconómica. 3.2.3. Tipologia agrícola. 3.3. As dinâmicas cúmplices entre os incêndios florestais e as estruturas socioeconómicas. 3.3.1. O eixo de inflamável ou o conglomerado socio-territorial mais propenso aos incêndios florestais. 4. Motivações sociais e papéis institucionais. 4.1. Introdução. 4.2. Análise de Conteúdo, entrevistas realizadas e sessões públicas sobre incêndios florestais. 4.3. Sessões Públicas sobre incêndios florestais. 4.4. Entrevistas a condenados por fogo-posto e pastores. 4.4.1. Manual de Conduta Ecológica. 5. Considerações Finais. 6. Bibliografia. Gráfico 1: Variação do número de ocorrências de incêndios florestais e tendência linear. Gráfico 2: Variação anual da área ardida, em incêndios florestais (povoamento e mato). Gráfico 3: Evolução da área florestal em Portugal Continental, 1874-1995. Gráfico 4: Superfície Florestal, Portugal Continental, 1974-1995. Gráfico 5: Superfície Florestal, Portugal Continental, 1902-1939. Quadro 1: A distribuição mundial das vulnerabilidades. Quadro 2: A distribuição do risco e dos danos por áreas continentais (1963-1992). Quadro 3: Variáveis sobre actividades económicas e territórios urbanos. Quadro 4: Variáveis sobre agricultura, territórios rurais e áreas florestadas. Quadro 5: Variáveis sobre incêndios florestais. Quadro 6: instituições onde se realizaram entrevistas a responsáveis indicados. Quadro 7: Superfície Florestal nos países da União Europeia. Quadro 8: Regime de propriedade da floresta nos países da União Europeia. Quadro 9: Ocupação do solo rural, Portugal Continental, 1902-1939. Quadro 10: Ocupação do solo florestal em Portugal Continental, 1997. Quadro 11: Área ardida em povoamentos de mato e florestais entre 1986/97 (ha). Quadro 12: Causas comportamentais de incêndios florestais. Quadro 13: Motivações instrumentais e comportamentos criminosos. Quadro 14: Motivações e comportamentos tradicionais: Quadro 15: Motivações intrínsecas e comportamentos marginais. Quadro 16: Vulnerabilidades sociais. Quadro 17: Vulnerabilidades infraestruturais. Quadro 18: Vulnerabilidades naturais. Quadro 19: Responsabilidades em relação às causas de incêndios florestais. Quadro 20: Responsabilidades em relação à prevenção de incêndios florestais. Quadro 21: Responsabilidades em relação ao combate de incêndios florestais. Quadro 22: Importância social da floresta. Quadro 23: Importância económica da floresta. Quadro 24: Importância natural da floresta. Quadro 25: Percepção das mudanças sociais. Quadro 26: Percepção das mudanças territoriais. Quadro 27: Relação entre a floresta e a comunidade (idealização). Quadro 28: Parcerias e vida comunitária (idealização). Quadro 29: Manual de Conduta Ecológica em meio comunitário. Figura 1: As dimensões de análise sobre a exposição humana a situações de risco. Figura 2: O domínio privilegiado de uma sociologia do ambiente e do risco. Figura 3: A hierarquia das necessidades humanas (Maslow). Figura 4: Sistema integrado tradicional (comunidade/floresta). Figura 5: Uso do solo em Portugal Continental, 1997. Figura 6: Carta de Ocupação Florestal, Portugal Continental, 1995. Figura 7: Carta de Clusters dos Incêndios. Figura 8: Distribuição de clusters dos Incêndios por níveis hierárquicos. Figura 9: Carta de clusters socioeconómicos. Figura 10: Distribuição de clusters socioeconómicos por níveis hierárquicos. Figura 11: Carta de densidade populacional, freguesias do distrito da Guarda, 1991. Figura 12: Cartas da população residente em povoações com menos e mais de 2000 hab., 1991. Figura 13: Cartas de emprego por sectores de actividade económica. Figura 14: Distribuição de clusters agrícolas por níveis hierárquicos. Figura 15: Carta de clusters agrícolas. Figura 16: Dendograma da análise de clusters. Figura 17: O eixo iriflamável no sul do Distrito da Guarda. Figura 18: Áreas protegidas no Distrito da Guarda com estatuto de Parque ou Reserva. Figura 19: Carta de localizaçao das áreas de estudo. Figura 20: O risco socio-territorial ou estrutural de incêndios florestais. |