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| STRESSE OCUPACIONAL EM FORÇAS DE SEGURANÇA Stresse ocupacional em forças de segurança [Documento electrónico] : um estudo comparativo / Helena Gonçalo.. [et al.] Análise Psicológica, Lisboa, Vol. 28, n.º 1 (Janeiro 2010), p. 165-178 Ficheiro de 96,7 Kb em formato pdf (14 p.). Disponível também em: http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/aps/v28n1/v28n1a12.pdf. Acedido a 29 de novembro de 2012. STRESS POLICIAL, PROFISSÃO DE RISCO, CONDIÇÕES DE TRABALHO, FORÇA DE SEGURANÇA, ESTUDO DE CASOS, PORTUGAL Este trabalho compara a experiência de stresse ocupacional em dois grupos de segurança portugueses, um a exercer em contexto público (n=95) e outro em contexto prisional (n=237). Para tal, utilizámos um protocolo de avaliação com medidas do stresse global, “burnout”, comprometimento organizacional, satisfação com a vida, satisfação profissional e desejo de abandonar a profissão. Os indicadores de fidelidade e validade dos instrumentos foram muito aceitáveis. Os resultados de “burnout” por dimensão apontaram níveis apreciáveis de exaustão emocional (valores a oscilar entre os 12% e os 26%), seguidos do cinismo (valores entre 8% e 21%) e do baixo sentimento de eficácia profissional (valores entre 3% e 8%) (apenas um participante registou valores de “burnout” nas três dimensões, em simultâneo). A análise comparativa entre os grupos demonstrou que os profissionais de segurança prisional evidenciaram experiências profissionais mais negativas (e.g., maiores níveis de “burnout” e desejo de abandonar a profissão e menores níveis de comprometimento organizacional, satisfação com a vida e satisfação profissional). No final, os autores discutem os factores que podem ajudar a perceber estas diferenças e possíveis implicações para a investigação futura. |