Centro de Documentação da PJ
Monografia

CD313
FERNANDES, Marta sofia Ribeiro
Relação entre a auditoria forense e a ética nas organizações [Documento electrónico] / Marta Sofia Ribeiro Fernandes.- Porto : [s.n.], 2016.- 1 CD-ROM ; 12 cm
Dissertação de Mestrado, apresentada ao Instituto de Contabilidade e Administração do Porto para a obtenção do grau de Mestre em Auditoria, tendo como orientadora Alcina Augusta de Sena Portugal Dias. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 2,23 MB em formato PDF (85 p.).


AUDITORIA, ÉTICA, FRAUDE, PREVENÇÃO CRIMINAL, TESE, PORTUGAL

Nos tempos que correm, é cada vez mais frequente o aparecimento de fraudes, as quais podem ocorrer devido a vários fatores influenciadores, tais como um sistema de controlo interno ineficiente, irresponsabilidades por parte da gerência, necessidades financeiras, ou até falta de ética. No entanto, as fraudes podem ser prevenidas e detetadas atempadamente. Para tal, a auditoria forense é a melhor estratégia a aplicar nas atuais organizações. Neste sentido, a motivação que levou à realização da presente investigação foi o interesse em estudar a relação entre a auditoria forense e a ética nas organizações. Assim, o presente trabalho foca-se na importância da auditoria forense – onde se expõe o seu conceito, os seus objetivos, os seus princípios, as suas fases, as técnicas usadas pela mesma e, ainda, as suas limitações – na prevenção de casos fraudulentos, nomeadamente quando estes advêm da falta de ética nas organizações – dando enfâse aos comportamentos não éticos. No decorrer da revisão de literatura, foram surgindo diversas questões, a partir das quais se elaborou um estudo de caso, a fim de avaliar, a relação de ética no aparecimento de fraudes e a importante atuação dos auditores forenses nas suas prevenções e deteções, o presente estudo pretende verificar a validade das asserções criadas, baseado num modelo de análise. Considerando os resultados obtidos, este estudo mostrou uma validação na ordem dos 50% dos objetivos da investigação. Este resultado pode ser explicado pela falta de representatividade da auditoria forense no nosso país. As limitações encontradas ao longo desta investigação devem-se à dificuldade na obtenção de respostas à proposta de entrevista e, ainda, ao facto do tema em questão não ter a relevância académica que deveria ter. Quanto a investigações futuras, sugere-se um estudo a outro nível, de forma a comparar a importância e atuação da auditoria forense nos países nórdicos e nos países latinos.