Centro de Documentação da PJ
Monografia

CD259
MARUJO, Teodoro Gonçalves Neto da Silva
A apropriação indevida de ativos [Documento electrónico] : a problemática do risco e sua perceção no âmbito dos planos de prevenção de riscos de corrupção e infracções conexas no setor público empresarial / Teodoro Gonçalves Neto da Silva Marujo.- Lisboa : [s.n.], 2014.- 1 CD-ROM ; 12 cm
Tese para obtenção do grau de Mestre em Auditoria apresentada ao Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, tendo como orientador Gabriel Correia Alves. Ficheiro de 1,69 MB (128 p.). Também disponível através de: http://hdl.handle.net/10400.21/4210. Acedido a 2 de Fevereiro de 2015.


FRAUDE, PREVENÇÃO DA CORRUPÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, TESE, PORTUGAL

1. Introdução. 1.1. Temática e interesse da investigação. 1.2. Objeto. 1.3. Objetivos da investigação. 1.4. Metodologia. 1.5. Estrutura. 2. O fenómeno da fraude: conceito, características e motivações. 2.1. Conceito geral. 2.2. A fraude nos normativos de auditoria. 2.2.1. The Institute of Internal Auditors. 2.2.2. Internal Auditing Assurance Standards Board. 2.3. Tipos de fraude. 2.4. Características da fraude. 2.5. Motivações. 2.5.1. O triângulo da fraude. 2.5.2. A lógica do autor da fraude. 2.5.2.1. Três grandes fatores motivacionais. 2.5.2.2. Causas e oportunidades. 2.5.2.3. A estratégia. 2.5.3. Relações entre fraudes internas e fraudes externas. 2.5.4. Uma abordagem nova: o "diamante" da fraude. 2.5.5. Autores da fraude. 2.5.5.1. Antecedentes criminais do autor da fraude. 2.5.5.2. Antecedentes profissionais do autor da fraude. 2.5.5.3. Sinais de alerta comportamentais exibidos pelos autores da fraude. 2.5.5.4. Sinais de alerta comportamentais dos autores da fraude com base na posição hierárquica. 2.5.5.5. Sinais de alerta comportamentais com base no tipo de fraude. 3. Estudos sobre a apropriação indevida de ativos no âmbito da problemática da fraude. 3.1. Contributo da ACFE. 3.1.1. Breve apresentação da entidade. 3.1.2. Os impactos da fraude segundo a ACFE. 3.1.2.1. Em termos da natureza da fraude. 3.1.2.2. Em termos da geografia da fraude e do método de deteção. 3.1.2.3. Em termos da natureza da entidade vítima de fraude e do autor. 3.1.2.4. Em termos da dimensão da fraude 3.1.3. O contributo efetivo da ACFE no combate à fraude. 3.2. Contributo da PWC. 3.2.1. O "global economic crime survey". 3.2.2. O caso particular do cibercrime: uma ameaça real. 3.3. Contributo da KPMG. 4. Mecanismos para a prevenção da fraude 4.1. Por influência ou imposição de entidades externas. 4.1.1. O papel do Tribunal de Contas no âmbito do setor público. 4.1.2. Os recentes escândalos financeiros e o contributo da lei Sarbanes-Oxley. 4.1.3. O panorama europeu. 4.2. A relevância do ambiente de controlo e da definição dos instrumentos de controlo interno. 4.2.1. O COSO como modelo de referência para o controlo interno. 4.2.1.1. O framework COSO I. 4.2.1.2. O framework COSO II. 4.2.2. Limitações do controlo interno. 4.3. Os sinais de alerta como elemento essencial na prevenção e deteção da fraude (red flags). 4.3.1. Conceito. 4.3.2. Classificação e caraterísticas. 4.4. A importância da função auditoria interna nas organizações. 4.4.1. A função auditoria interna e a sua organização. 4.4.2. Contributo na mitigação do risco de apropriação indevida de ativos. 5. A perceção do risco de apropriação indevida de ativos no âmbito dos planos de gestão de risco no setor público empresarial. 5.1. Aspetos gerais. 5.2. A criação do Conselho de Prevenção da Corrupção. 5.3. Metodologia adotada. 5.4. Análise dos planos de prevenção de riscos de corrupção e infrações conexas. 5.4.1. O caso do plano do Metropolitano de Lisboa (ML). 5.4.2. O caso do plano da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP). 5.4.3. O caso do plano da Companhia Carris de Ferro de Lisboa (Carris). 5.4.4. O caso do plano da Comboios de Portugal (CP). 5.4.5. O caso do plano do Sistema Automático de Transportes Urbanos (SATU). 5.4.6. O caso do plano das Águas de Portugal (AdP). 5.4.7. O caso do plano da Administração do Porto de Lisboa (APL). 5.4.8. O caso do plano do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC). 5.4.9. O caso do plano da Estradas de Portugal (EP). 5.4.10. O caso do plano da Manutenção Militar Estabelecimento Fabril do Exército (MM). 5.5. Síntese da análise e avaliação da relevância atribuída ao risco de apropriação indevida de ativos no âmbito dos planos apresentados. 6. Conclusão. 7. Referências bibliográficas.