Centro de Documentação da PJ
Analítico de Periódico

CD 333
ERMIDA, Catarina, e outros
Dating death [Recurso eletrónico] : post mortem interval estimation of human skeletal remains / Catarina Ermida, Eugénia Cunha, Maria Teresa Ferreira
Antropologia Portuguesa, N. 39 (2022), p. 45-72
Ficheiro de 5,05 MB em formato PDF.


ANTROPOLOGIA FORENSE, CIÊNCIA FORENSE, EXAME MÉDICO-LEGAL, METODOLOGIAS

A estimativa do intervalo post mortem representa uma tarefa crucial quando lidamos com restos humanos, particularmente quando falamos de restos humanos esqueletizados ou em decomposição avançada. A sua estimativa constitui um trabalho importante para os cientistas forenses, já que dela advêm importantes implicações a nível legal, como a identificação ou a condenação de criminosos. Porém, datar a morte tem-se revelado uma tarefa muito complexa, pela quantidade de fatores intrínsecos e extrínsecos que podem influenciar a decomposição cadavérica. Variados métodos têm sido usados numa tentativa de estimar o intervalo post mortem, desde métodos clássicos baseados nos estados de decomposição a métodos entomológicos ou botânicos, e mais recentemente métodos físicos e bioquímicos. Este artigo pretende apresentar uma revisão dos métodos forenses usados para estimar o tempo decorrido desde a morte, com especial foco nas técnicas empregues em antropologia forense.