Centro de Documentação da PJ
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| FROIS, Catarina, org. A sociedade vigilante : ensaios sobre a identificação, vigilância e privacidade / organizadora Catarina Frois.- 1.ª ed.- Lisboa : ICS - Imprensa de Ciências Sociais, 2008.- 302 p. ; 23 cm ISBN 978-972-671-228-2 VIGILÂNCIA DE PESSOAS, IDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS, PRIVACIDADE, SISTEMA DE SEGURANÇA, ANÁLISE SOCIAL, LEGISLAÇÃO Colaboradores. Agradecimentos. Prefácio (João de Pina Cabral). Introdução (Catarina Frois). Parte I – Identificação. Capítulo 1 – A automobilização da ciência para a criação de aparelhos de identificação e de coacção estatal em finais do século XIX (José Luís Garcia). O temor da multidão e o feitiço dos dados quantitativos: Adolphe Quételet. Estatização e técnicas de identificação do Estado liberal. Antropometria, “bertillonage” e dactiloscopia – das medições humanas à impressão digital. Francis Galton, o eugenismo e a identificação pelo tipo biológico. Conclusão. Bibliografia. Capítulo 2 – Disciplina, controlo, segurança: no rasto contemporâneo de Foucault (Maria Ivone Pereira da Cunha). Bibliografia. Parte II – Vigilância. Capítulo 3 – Vigilância “soft” – o crescimento da voluntariedade obrigatória na recolha de dados pessoais: “ò amigo, empresta-me uma amostra de ADN?” (Gary T. Marx). Paralelismos no sector privado. Se não tem de se despir, está nu? A revista tornada fácil. Sim, mas… Sobre posições infelizes. Está a acontecer aqui? Bibliografia. Capítulo 4 – Bases de dados pessoais e vigilância em Portugal: análise de um processo em transição (Catarina Frois). Os novos sistemas de identificação em Portugal. Identificação civil. Identificação genética e biométrica. Identificação por videovigilância. Ser moderno. A identidade numérica. Bibliografia. Capítulo 5 – Cartões de identificação nacionais: controlo do crime, cidadania e classificação social (David Lyon). Introdução. A configuração social dos novos cartões de identificação. Cartões de identificação, classificação social e cidadania. Cartões de identificação e perspectivas para a cidadania. Conclusão. Bibliografia. Capítulo 6 – Confiança, voluntariedade e supressão dos riscos: expectativas, incertezas e governação das aplicações forenses de informação genética (Helena Machado, Susana Silva). Introdução. Do minimalismo genómico ao pragmatismo biométrico. Biocidadania e retórica do voluntariado. Ausências: qualidade, circulação e partilha de informação genética. Conclusão. Bibliografia. Capítulo 7 – Vigilância e identidade: para uma nova antropologia da pessoa (Chiara Fonio). Introdução. Biologia versus biografia. Um quarto com vista. Conclusões: a caminho de uma nova antropologia. Bibliografia. Capítulo 8 – Vigilância e controlo policiais: precisões etnográficas (Susana Durão). Dentro e fora. Rua e esquadra. Informação e comunicação. Saberes e poderes. Proximidade e pró-actividade. Elementos conclusivos. Bibliografia. Parte III – Privacidade. Capítulo 9 – “Quem está a tomar conta dos miúdos?” Vigilância “online” a crianças e pré-adolescentes (Ian Kerr, Valerie Steeves). Recreios virtuais – o universo dos Neopets, Tickle, Candystand, Barbie e Webkinz. Buddybots. Recreios virtuais, “buddybots” e a lei. Conclusão. Bibliografia. Capítulo 10 – Vigilância e privacidade: as opções de regulação (Charles D. Raab). Introdução. Problemas genéricos do ambiente de regulação contemporâneo. O estado actual da regulação. Instrumentos de regulação: prós e contras. Problemas genéricos no que diz respeito aos instrumentos. Opções para a regulação futura. Anexo. Bibliografia. Posfácio (Maria Eduarda Gonçalves). |