Centro de Documentação da PJ
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| SOUSA, Luís Filipe Pires de Noções de psicologia do testemunho / Luís Filipe Pires de Sousa.- 1.ª ed.- Coimbra : Almedina, 2020.- 253 p. ; 23 cm ISBN 978-972-40-8568-5 PSICOLOGIA DO TESTEMUNHO 1 - A memória. 2. Memória semântica e epsódica. 3. As três fases da memória. 4. Fatores bio-psico-sociais que influenciam o testemunho. 4.1. Expectativas e estereótipos. 4.2. Atenção e processamento da informação relevante. 4.3. Presença de stresse e trauma no evento. 4.4. O intervalo de retenção. 4.4.1. O esquecimento. 4.4.2. A informação pós-evento. 4.5. Memórias falsas. 5. Memória das crianças. 5.1. Sugestionabilidade das crianças. 5.2. Denúncias de abuso sexual de menor. 6. O interrogatório da testemunha. 6.1. O formato da recuperação. 6.2. As regras para evitar equívocos. 6.3. As perguntas sugestivas. 6.4. Os efeitos de interrogatórios repetidos. 6.5. A entrevista cognitiva. 6.6. O interrogatório de crianças. 6.6.1. O Protocolo NICHD. 6.7. O interrogatório de vítimas vulneráveis. 7. Reconhecimento de pessoas. 8. A deteção da mentira. 8.1. Deteção da mentira pelo comportamento não verbal. 8.1.2. Estereótipos sobre a mentira. 8.1.3. Os processos cognitivos e emocionais do mentiroso. 8.1.3.1. Teoria do processo emocional. 8.1.3.2. A teoria da complexidade do conteúdo. 8.1.3.3. A teoria da tentativa de controlo. 8.1.3.4. A perspetiva da auto-apresentação. 8.1.3.5. Teoria do engano interpessoal. 8.2. Os indicadores paraverbais. 8.3. Os estilos linguísticos de mentiroso. 8.4. Síntese dos indicadores objetivos da mentira. 9. Sistemas de avaliação do conteúdo da declaração. 9.1. Statement Validiy Assessment (Avaliação da Validação da Declaração). 9.2. A teoria do controle da realidade (Reality Monitoring). 9.3. O sistema de avaliação global. 9.4. O Assessment Criteria Indicative of Deception (ACID). 10. Hierarquia dos canais na deteção da mentira.11. Estratégias para aperfeiçoar a deteção da mentira. 11.1. Evitar os indicadores errados e centrar-se nos genuínos indicadores verbais e não verbais da mentira. 11.2. Evitar o emprego apenas de indicadores não verbais. 11.3. Não confiar na heurística e recorrer a múltiplos indicadores de uma forma flexível. 11.4. Considerar as diferenças interpessoais e intrapessoais e atentar nas divergências de reação do declarante veraz em situações similares. 11.5. Explorar os diferentes processos mentais dos mentirosos e dos não mentirosos. 11.5.1 Entrevista que privelegie a recolha de informação. 11.5.2 Formulação de perguntas inesperadas. 55.5.3. Formulação de perguntas temporais. 11.5.4. O uso estratégico da prova. 11.5.5 Técnica do "advogado do diabo". 11.5.6. Contar a história ao contrário e mantendo contacto visual com o entrevistador. 11.5.7. O método da verificabilidade. 11.5.8. Imposição de carga cognitiva. 12. As heurísticas. 12.1 A heurística da confiança. 12.2. A heurística da consistência. 13. Outros vieses cognitivos das decisões judiciais. |