Centro de Documentação da PJ
Analítico de Periódico

35830
GIROD, Aline, e outros
La datation des traces digitales (partie II) : proposition d'une approche formelle / Aline Girod, Claude Roux, Céline Weyermann
Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique, Genève, Vol. 67, nº 2 (Avril-Juin 2014), p. 226-249
CD 352. Continuação do artigo publicado no Vol. 66, nº 3 (Julliet-Septembre 2013).


LOFOSCOPIA, LOCAL DO CRIME, METODOLOGIAS

“Qual é a idade desta impressão digital?” Esta questão é levantada em Tribunal com relativa frequência, quando o suspeito admite ter deixado as suas impressões digitais num local de crime, mas afirma que as mesmas ali foram deixadas num momento diferente daquele a que o crime foi cometido e por razões inocentes. A primeira parte deste artigo colocou em evidência a atual falta de consenso nas respostas dadas pelos peritos deste domínio a esta questão. Esta disparidade no tratamento dos casos de datação das impressões digitais é o resultado da ausência de qualquer metodologia devidamente validada e aceite pela comunidade forense. Esta segunda parte propõe um método para a datação de impressões digitais baseado na investigação sobre o envelhecimento dos compostos lípidos detetados.