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| PINHEIRO, Rafael Humberto Cruz Análise do potencial e desafios da utilização de chatbots na comunicação da Polícia de Segurança Pública [Recurso eletrónico] / Rafael Humberto Cruz Pinheiro.- Lisboa : [s.n.], 2024.- 1 CD-ROM ; 12 cm Dissertação apresentada ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, com vista à obtenção do grau de Mestre em Segurança Pública, no XXXVI Curso de Formação de Oficiais de Polícia, tendo como orientador Pedro Moita. Ficheiro de 2,75 MB em formato PDF (188 p.). POLÍCIA E O PÚBLICO, MEIOS DE COMUNICAÇÃO, POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE No mundo em constante mudança em que vivemos, nada escapa a esta rápida inovação. A comunicação não foge à regra, sendo que são cada vez mais os desafios que se apresentam a todas as organizações, especialmente as polícias. Assim, urge explorar novas maneiras de reagir a estas mutações, aproveitando as potencialidades das tecnologias mais recentes, nomeadamente aquelas que funcionam à base de inteligência artificial. O presente estudo exploratório pretende explorar ampla e flexivelmente a potencialidade e desafios que a utilização de chatbots trariam para a Polícia de Segurança Pública, nomeadamente para a melhoria da eficiência e produtividade do Gabinete de Imprensa e Relações Públicas (GIRP) na gestão das interações com o público. Através de uma abordagem qualitativa, recorrendo-se à análise de conteúdo temática de sete entrevistas semiestruturadas feitas a polícias que estão ou que já passaram pelo GIRP nos últimos cinco anos, percebemos que este Gabinete enfrenta diversos desafios e dificuldades que lesam a sua eficiência, o que poderia ser minimizado com a introdução de um chatbot. A produtividade e eficiência do trabalho do GIRP no contacto com o cidadão melhoraria exponencialmente, desde que seja assegurado na construção e manutenção do chatbot que preocupações securitárias, de privacidade e de qualidade de resposta estão acauteladas ao máximo, e que esta ferramenta seja um complemento aos meios de comunicação atuais e não uma substituição deles, de modo a garantir uma boa perceção e aceitação por parte dos cidadãos, sem perder a proximidade com eles. |