Centro de Documentação da PJ | ||||
| RIBEIRO, Nina Elizete Antunes Investigação criminal na PSP [Recurso eletrónico] : formação do agente não investigador para a abordagem inicial ao local do crime / Nina Elizete Antunes Ribeiro.- Lisboa : [s.n.], 2019.- 1 CD-ROM ; 12 cm Dissertação apresentada ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna com vista à obtenção do grau de Mestre em Ciências Policiais, no XXXI Curso de Formação de Oficiais de Polícia, tendo como orientador Ezequiel Agostinho Maciel Rodrigues e coorientador António Lourenço Gomes Pimentel. Ficheiro de 1,16 MB em formato PDF (59, [9] p. anexos). INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, LOCAL DO CRIME, FORMAÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA, POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA, TESE O presente trabalho de investigação centra-se na formação ministrada pela Polícia de Segurança Pública ao agente não investigador para a realização de uma correta gestão do local do crime/abordagem inicial. A formação no âmbito da investigação criminal, no seio da Polícia de Segurança Pública, é essencialmente voltada para os agentes que são/serão investigadores criminais, agentes estes que frequentam um curso específico – Curso de Investigação Criminal – e também formação específica no âmbito da atividade da polícia técnica de gestão do local do crime, e que, por tal motivo, têm, ou é suposto terem, boa formação nesta matéria. Quanto à formação dos agentes não investigadores, com competências policiais genéricas, ela não é sistemática nem contínua, pelo que é pertinente questionar o nível de preparação destes agentes para a gestão inicial dos locais de crime. Estes agentes são, na maior parte dos casos, o polícia que não é investigador criminal e que poderá ser, por exemplo, o polícia do carro patrulha, a quem é transmitida a ocorrência e solicitada a deslocação ao local. O objetivo geral do presente estudo foi saber se a Polícia de Segurança Pública disponibiliza formação adequada aos seus agentes não investigadores para que estes possam desempenhar adequadamente a missão de abordagem inicial ao local do crime. Em termos de método foi aplicado um inquérito por questionário a uma amostra representativa do efetivo policial do Comando Metropolitano de Lisboa, excluindo os agentes policiais pertencentes à Divisão de Investigação Criminal e à Divisão de Trânsito. Concluiu-se que os agentes não investigadores das Divisões Policiais de competência genérica do Comando Metropolitano de Lisboa se sentem bastante preparados para realizarem corretamente a abordagem inicial ao local do crime; demonstram estar maioritariamente preparados para a abordagem inicial ao local do crime; e, não se vislumbra diferença de nível de formação contínua em abordagem inicial ao local do crime entre as várias Divisões Policiais de competência genérica do Comando Metropolitano de Lisboa. |