Centro de Documentação da PJ |
| RATO, Maria de Fátima Lopes Cordeiro A actuação médica em incidentes biológicos e químicos / Maria de Fátima Lopes Cordeiro Rato Planeamento Civil de Emergência, Lisboa, N.15 (2002), p.20-22 ARMA QUÍMICA, ARMA BIOLÓGICA, TERRORISMO, GESTÃO DE CRISES, SERVIÇO DE EMERGÊNCIA, PORTUGAL Na sequência dos trágicos acontecimentos do 11 de Setembro, vem a lume um conjunto de questões que se prendem com a vulnerabilidade nacional, relativamente à utilização deliberada de agentes biológicos e químicos. Alerta-se para os potenciais agentes biológicos, nomeadamente as bactérias (bacillus anthracis); os vírus (varíola); as toxinas (botulinica); as ricketsias, as clamídeas, que podem ser usados no designado bioterrorismo. No grupo dos agentes químicos, encontram-se os neurotóxicos (nerve agents), como, por exemplo, o tabum, o sarin, o soman; os vesicantes (blister agents), como por exemplo, o gás mostarda e os arsenicais; ainda no grupo dos agentes químicos encontram-se os cianetos (blood agents). Salienta-se a importância da actuação atempada dos agentes de intervenção (médicos e outro pessoal de socorro e salvamento) na prestação de assistência às vítimas no local dos incidentes, para o que concorrem de uma forma positiva, a sua formação e treino, bem como o respectivo equipamento de protecção. |