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| WOODS, James M., e outro How sexual abuse interviews go astray [Documento electrónico] : implications for prosecutors, police, and child protection services / James M. Woods, Sena Garven Child Maltreatment, Thousand Oaks, CA, Vol. 5, n. 2 (May 2000), p. 109-118 Ficheiro de 143 Kb em formato pdf. CRIME SEXUAL, CRIANÇA, TÉCNICAS DE ENTREVISTA, VALOR PROBATÓRIO DO TESTEMUNHO, ESTADOS UNIDOS Sempre que um funcionário de polícia faz uma entrevista deverá observar determinados procedimentos, para não pôr em risco o êxito de uma investigação. Se o entrevistado for uma criança será aconselhável uma especial atenção, sublinhando o artigo que, por exemplo, uma entrevista mal conduzida feita a crianças abusadas sexualmente pode levar a distorções e seguir duas más direcções: a entrevista tecnicamente incorrecta pode potenciar falsos testemunhos; a entrevista desastrada que, embora possa não produzir falsos testemunhos, pode ter efeitos nefastos na criança entrevistada. O artigo aborda, clarifica e distingue-as, sugerindo que a mais comum é a entrevista dita desastrada e mostra os efeitos e as implicações para o Ministério Público, para a polícia, e para os serviços sociais de protecção de crianças. O articulista afirma, ainda, que esta é a mais difícil de eliminar e a mais resistente às tentativas de mudança. |