Centro de Documentação da PJ
Analítico de Periódico

29892
RUÍZ GARCÍA, Eva Soraya
Congreso policial de dactiloscopia / Eva Soraya Ruíz García
Policía, Madrid, N.º 218 (Diciembre 2008), p. 28-33
CD 351.


DACTILOSCOPIA, COLÓQUIOS, CONFERÊNCIAS, CONGRESSOS, ETC., ESPANHA

Desde as pinturas rupestres, a marca da mão sempre foi um sinal identificador da humanidade. Já no ano 600 a.C., tanto na China como no Japão, se utilizava para firmar contratos ou selar acordos. Na sociedade primitiva, aos delinquentes era-lhes feita uma marca a fogo como meio de individualização e exemplificação que se chamava tatuagem policial. Todas estas marcas foram utilizadas até meados do século XIX, desaparecendo com o nascimento das doutrinas penais. Depois de grandes mudanças motivadas pelo contínuo avanço da ciência, durante as últimas décadas a dactiloscopia tem sido o método principalmente utilizado para a identificação de pessoas. O estudo comparativo das impressões digitais e marcas deixadas levou à concludente resolução de casos judiciais em que tais sinais constituíram uma evidência inegável da presença de um determinado sujeito no local do crime.