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| RAMOS, Ana Sofia de Jesus Ilhéu dos Santos Relatório final de estágio [Documento electrónico] / Ana Sofia de Jesus Ilhéu dos Santos Ramos.- Lisboa : ed. do a., 2006.- 1 CD-ROM Relatório final de estágio apresentado no âmbito da Licenciatura em Psicologia - Área de Psicologia Criminal e do Comportamento Desviante, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, tendo como supervisor a mestre Cristina Soeiro, do ISPJCC. Ficheiro de 381 Kb em formato pdf (153 p.). PSICOLOGIA CRIMINAL, COMPORTAMENTO DESVIANTE, PERFIL PSICOLÓGICO, ANÁLISE PSICOLÓGICA, METODOLOGIAS, ENTREVISTA PSICOLÓGICA Agradecimentos. I – Introdução. II – Caracterização da Instituição. I – Introdução. 1. Caracterização Histórica da Polícia Civil. 2. Competências da Polícia Judiciária. 2.1. Organização Hierárquica da Polícia Judiciária. 3 . Caracterização da Escola Prática de Ciências Criminais. 3.1. Missão. 4. Caracterização da Escola de Polícia Judiciária. 4.1. Organização hierárquica. 4.2 . Tipologias de formação. 4.3. Cooperação Nacional. 4.4. Cooperação Internacional. 5. Caracterização do Instituto Nacional de Polícia e Ciências Criminais. 5.1 Tipologias de formação. 5.2. Cooperação institucional. 6. Caracterização do Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais. 6.1. Formação. 6.2. Competências. 6.3. Cooperação Institucional. 6.4. Estrutura Orgânica. 6.5. Logística. 6.6. Instituições sedeadas no ISPJCC. 6.7. Localização. III – Papel do Psicólogo na Instituição. 1.Papel do Psicólogo na Instituição Âmbito da Investigação Criminal. 2. Provas Aplicadas no último ano pelos Técnicos de Psicologia do ISPJCC na área dos perfis criminais. 2.1. QIPAV. 2.2. QIPI. 2.3. PCL-R e PC L-SV. 3. Provas aplicadas pelos Técnicos de Psicologia do ISPJCC na área dos perfis criminais. IV – Suporte Teórico. 1. Introdução Teórica aos Perfis Criminais. 1.1. História dos Perfis. 2. Perfil do Agressor. 2.1. Em que circunstâncias as autoridades recorres ao perfil do agressor? 2.2. Como o perfil geográfico baseado na criminologia ambiental pode ser utilizado? 3. Características pessoais do perfil. 4. Tipologias do Perfil Criminal. 5. As fases do perfil. 6. Controvérsias. 7. Finalidades dos Perfis. 8. Teorias associadas aos perfis criminais. 8.1. Crime Scene Analysis. 8.2. Crime Classification Manual. 8.3. Teoria Alemã. 8.4. Diagnostic Evaluation. 8.5. Psicologia Investigativa. 9. O futuro do perfil. 9.1. O que podemos esperar do futuro? 10. Introdução ao estudo do Incendiário. 10.1. O que significa um incêndio? 11. Tipos de Incêndios. 12. Tipos de incendiários. 13. Variáveis individuais. 13.1. Faixa etária. 13.2. Género. 13.3. Actividade profissional. 13.4. Antecedentes sexuais e conjugais. 13.5. Antecedentes médicos. 13.6. Antecedentes criminais. 14. Características do “setting” do incêndio. 14.1 Horário. 14.2. Estação do ano em que ocorre. 14.3. Local da ocorrência. 14.4. Forma de actuação: sozinho ou com cúmplices. 14.5. Modelos e características do acto incendiário. 15. Modelo dinâmico do comportamento. 16. Motivações para o acto. 17. Tipologias do incendiário. 18. Performance intelectual académica dos incendiários. 19. Doença mental. 19. Avaliação psicológica e diagnósticos. 12.2. Diversos estudos e tipos de desordens. 20. Consumo de álcool. 21. Piromania. 21.1. Origem da expressão “piromania”. 21.2. Descrição clínica. 21.3. Desejo sexual. Piromaniae Enurese. 22. Mulheres e o acto incendiário. 23. Porque é que as crianças incendeiam? 23.1. História familiar. 24. Os jovens e o comportamento incendiário. 25. Reincidência e historial de condenações criminais. 25.1. Comportamento e factores de risco. 25.2. O risco das avaliações em incendiários. 26. Conclusões preliminares. 27. Agressão violenta – assaltos à mão armada. 27.1. Teorias diversas. 28. Consequências do roubo. 29. Oportunidades para o roubo. 30. Cultura de rua americana. 31. Roubo nas ruas do Reino Unido. 32. Motivação e cultura de rua. 32.1. Cultura de rua. 32.2. Dinheiro rápido / fácil. 32.3. Diversão. 32.4. Mantendo as aparências. 33. Excitação pelo roubo. 34. Desejo de lutar. 35. Aspectos psicológicos e sociais relacionados ao roubo de oportunidade. 36. Doença mental e agressão violenta. 37. Homicídio múltiplo contra desconhecidos. 37.1. Homicídio múltiplo por dispersão. 37.2. Homicídio múltiplo em série. 38. Entrevista como ferramenta das ciências forenses. 39. Desenvolvimento histórico da entrevista cognitiva. 40. Como surgiu a EC? 41. As quatro técnicas gerais da EC. 42. Objectivo da entrevista cognitiva. 42.1. Revisão da técnica. V – Apresentação das actividades. 1. Trabalho desenvolvido. 1.1. Actividades exercidas consoante as etapas. 1.1.1. Primeira etapa. 1.1.2. Segunda etapa. 1.1.3. Outras actividades desenvolvidas na área. 1.1.4. Terceira etapa. 1.1.5. Outras actividades. 1.2.1. Descrição das escalas QIPI e QIPAV. 2. Estudo de caso. 2.1. Estrutura da entrevista utilizada no estudo de caso. 2.2. Passos a ter em conta no início da entrevista. 3. Caracterização da amostra portuguesa – incêndios florestais. 3.1. Variáveis associadas ao “setting”.3.2. Variáveis associadas às características sócio-demográficas. 4. Caracterização da amostra portuguesa – agressões violentas (assalto à mão armada). 4.1. Variáveis associadas às características sócio-demográficas. 4.2. Variáveis associadas ao acto. 4.3. Variável associada à vítima. 5. Actividades exercidas por outros Técnicos de Psicologia Criminal. VI – Breve conclusão. VII – Referências bibliográficas. VIII – Assinaturas. Tabelas. Figuras. Anexos. |