Centro de Documentação da PJ 35866 |
| RIBAUX, Olivier De la trace à l’étude du crime et vice-versa / Olivier Ribaux Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique, Genève, Vol. 69, n. 3 (Juilliet-Septembre 2016), p. 289-304 (*) CD 291. Tradução parcial do resumo inserto no artigo. CIÊNCIA FORENSE, VESTÍGIOS, POLÍCIA CIENTÍFICA, CRIMINALÍSTICA A criminologia e a ciência forense distanciaram-se durante o século XX. A primeira disciplina permanece fixada às ciências sociais e humanas e a outra desenvolve-se através das ciências da natureza ou da informação. Nesta configuração, a criminologia não dispõe de métodos e de instrumentos adequados de observação e de interpretação do substrato numérico sobre o qual uma variedade de novas atividades criminais se desenvolve. Os atores forenses permanecem discretos neste campo, limitando-se a um papel de auxiliar ao serviço da Justiça. O crime e as investigações numéricas discutem-se preferencialmente em colóquios estritamente centrados na informática. Este sinal indica a necessidade de mudança de perspetiva por forma a ouvir mais resolutamente as disciplinas que estudam o crime e os vestígios num campo que lhes diz respeito. Este artigo propõe algumas possibilidades de integração da ciência forense e da criminologia para renovar as abordagens. Esboça pistas, recordando, por um lado, a atitude dos pioneiros e, por outro, o papel polimorfo, central mas implícito do investigador do local do crime, que coloca à disposição o vestígio e a informação que ele veicula ao serviço da resolução de problemas e do estudo do crime. |