Centro de Documentação da PJ
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| TELES, Cristina Branca Bento de Matos Soeiro Correia Personalidade e psicopatia na selecção de polícias de investigação criminal / Cristina Branca Bento de Matos Soeiro Correia Teles.- [Braga] : [s.n.], 2005.- 464 p., anexos ; 30 cm Tese de Doutoramento em Psicologia, área de conhecimento em Psicologia da Justiça. Trabalho efectuado sob a orientação do Professor Doutor Rui Abrunhosa Gonçalves. PERSONALIDADE, PSICOLOGIA, PERFIL PSICOLÓGICO, ANÁLISE PSICOLÓGICA, RECRUTAMENTO E SELECÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA, PESSOAL DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, TESE, PORTUGAL Introdução geral. Parte A - A personalidade e as diferenças individuais. Capítulo I - A personalidade: 1.1. Introdução. 1.2. O conceito de personalidade. 1.3. O estado da arte na psicologia da personalidade. 1.3.1. A abordagem nomotética da personalidade. 1.3.2. A abordagem idiográfica da personalidade. 1.4. As teorias da personalidade. 1.4.1. Os paradigmas clássicos. 1.4.2. Os novos paradigmas. 1.5. Estrutura e processo: a estabilidade e a mudança na personalidade. 1.6. A avaliação da personalidade. 1.7. Conclusões. Capítulo II - O paradigma dos traços, o modelo dos cinco factores e a estrutura da personalidade: 2.1. Introdução. 2.2. O paradigma dos traços. 2.3. O papel integrativo do paradigma dos traços. 2.4. Evolução do modelo dos cinco factores. 2.4.1. Os cinco factores da personalidade e a perspectiva lexical. 2.4.2. Os cinco factores da personalidade e a perspectiva dos questionários. 2.5. Caracterização do modelo dos cinco factores (FFM). 2.6. Perspectivas teóricas associadas ao FFM. 2.7. A avaliação dos cinco factores da personalidade. 2.8. Aplicabilidade do FFM. 2.9. Críticas ao modelo dos cinco factores. 2.10. Conclusões. Capítulo III - Os cinco factores da personalidade e o contexto profissional: 3.1. Introdução. 3.2. Os cinco factores da personalidade e o desempenho profissional. 3.3. Os cinco factores da personalidade e a desiderabilidade social. 3.4. Conclusão. Parte B - A psicopatia e os vários contextos sociais. Capítulo IV - A psicopatia: 4.1. Introdução. 4.2. O conceito da psicopatia. 4.3. Estado da arte da investigação em psicopatia. 4.4. As teorias explicativas da psicoterapia. 4.4.1. Os factores sociais. 4.4.2. Os factores biológicos. 4.4.3. Os factores psicológicos. 4.4.4. As abordagens integrativas. 4.5. A avaliação da psicopatia. 4.6. Conclusões. Capítulo V – A psicopatia em populações normais: 5.1. Introdução. 5.2. O estudo da psicopatia em populações não institucionalizadas. 5.2.1. O estudo da psicopatia e os procedimentos experimentais. 5.2.2. O estudo da psicopatia e os instrumentos de auto-relato. 5.2.3. O estudo da psicopatia e o uso de checklists. 5.2.4. O estudo da psicopatia em contexto organizacional. 5.3. A psicopatia e a personalidade normal. 5.4. Conclusões. Parte C – Metodologia. Capítulo VI – Instrumentos e procedimentos: 6.1. Introdução. 6.2. Instrumentos. 6.2.1. Inventário de personalidade NEO Revisto (NEO PI-R). 6.2.1.1. Características. 6.2.1.2. Propriedades psicométricas. 6.2.1.3. Aplicação, cotação e interpretação. 6.2.2. Hare psychopathy checklist: Screening version (PCL:SV). 6.2.2.1. Características. 6.2.2.2. Propriedades psicométricas. 6.2.2.3. Aplicação, cotação e interpretação. 6.3. Procedimento. Capítulo VII – Amostra: 7.1. Introdução. 7.2. Amostra. 7.2.1. Variáveis sócio-demográficas. 7.2.2. Variáveis de classificação na avaliação psicológica. 7.2.3. Classificação das características de personalidade. 7.2.4. Classificação obtida na entrevista psicológica de selecção. 7.3. Associação entre as variáveis. 7.3.1. Amostra1. 7.3.2. Amostra 2. Capítulo VIII – Hipóteses. Capítulo IX – Análise e discussão de resultados: 9.1. Introdução. 9.2. A estrutura da personalidade – Inventário de personalidade NEO Revisto. 9.2.1. A fidelidade. 9.2.2. A estrutura factorial. 9.23. A validade. 9.2.4. Conclusão. 9.3. A hare psychopathy checklist: Screening version (PCL:SV) como entrevista de selecção de polícias. 9.31. A fidelidade. 9.32. A estrutura factorial. 9.3.3. A validade. 9.3.4. Conclusão. 9.4. A relação entre o NEO-PI-R e a PCL:SV na selecção de polícias de investigação criminal. 9.4.1. Conclusão. Conclusão geral. Referências bibliográficas. Anexos. |