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| SOBRAL, Melissa Micaela Amorim Biopreparação – Microrganismos passíveis de serem utilizados como armas biológicas [Documento electrónico] / Melissa Micaela Amorim Sobral.- Lisboa : [s.n.], 2017.- 1 CD-ROM ; 12 cm Dissertação de Mestrado em Direito Forense, tendo como orientadora Maria João Simões. Ficheiro de 2,64 MB em formato PDF (94 p.). ARMA BIOLÓGICA, ARMA DE DESTRUIÇÃO MACIÇA, TERRORISMO INTERNACIONAL, TESE, PORTUGAL A Biopreparação é tão antiga como a civilização humana, tendo sido cometida desde os tempos mais primórdios até aos mais recentes. Não lhe sendo atribuído o real potencial de ameaça, a Biopreparação tem sido durante séculos a arma ideal para um ataque, devido a ser facilmente praticada. As novas tecnologias, aliadas à engenharia genética, permitem a criação de novas espécies de agentes biológicos, ou a melhoria das espécies já existentes, tornando-os mais perigosos e temidos. O CDC agrupou os agentes biológicos em três categorias (A, B e C), de acordo com a sua perigosidade para a saúde pública e potencial uso. É na categoria A que se encontram os microrganismos mais perigosos, muitos deles utilizados, no passado, como armas biológicas. Um ataque bioterrorista traz enormes consequências para um país e para o mundo, consequências que, de uma forma geral, são semelhantes para todas as Armas de Destruição em Massa. Seja um ataque biológico, químico ou nuclear, as consequências financeiras e psicológicas conseguem abalar uma nação, provocando o medo e o terror na população. Em Portugal não há registos de ataques biológicos, no entanto existe a Diretiva Operacional Nacional Nº 3 – NRBQ que indica o modo de atuação em casos de Bioterrorismo, em solo português. |