Centro de Documentação da PJ
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| ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE APOIO À VÍTIMA Manual Core. Para o atendimento de crianças vítimas de violência sexual.- 2.ª ed.- Lisboa : APAV, 2002.- 80, 191 p. ; 20 cm Manual de procedimentos para o atendimento de crianças vítimas de violência sexual e que se destina a auxiliar todos os profissionais que, em Portugal, e nos outros estados-membros da União Europeia, trabalham com crianças vítimas de violência sexual, com seus pais e familiares e/ou amigos. Esta publicação é um dos resultados do Projecto CORE – Crianças Vítimas de Violência Sexual, da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), co-financiado pela Comissão Europeia, no âmbito do Programa STOP II, sendo composto por 2 partes: Parte I - Compreender (Disponível em: http://www.apav.pt/pdf/core_compreender.pdf) Parte II - Proceder (Disponível em : http://www.apav.pt/pdf/core_proceder.pdf) ISBN 972-98845-3-6 972-98845-3-6 CRIME SEXUAL, CRIANÇA, MENOR, VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS, ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO I Parte: A problemática das crianças vítimas de violência sexual: como compreender. Capítulo 1 - A violência sexual contra crianças: 1) Compreender para depois proceder. 2) O que é a violência sexual contra crianças. Um conceito possível. 2.1) O que é a pedofilia. 3) Que contextos. Onde pode acontecer a violência sexual. 3.1) A violência sexual pode estar relacionada com a violência doméstica. 4) Mitos sobre violência sexual contra crianças. Capítulo 2 - A Criança vítima de violência sexual: 1) Quem é a criança vítima. 2) Como reage a criança vítima aos actos da violência sexual. 3) Que sinais e sintomas. Indícios de vitimação. 4) Consequências no futuro da criança. Capítulo 3 - O agressor sexual de crianças: 1) Quem é o agressor. 2) Que estratégias usa o agressor. Capítulo 4 - O agressor e algumas das formas de violência sexual: 1) Pornografia infantil. O agressor consumidor, produtor e disseminador. 1.1) O que é a pornografia infantil. 1.2) O que significa para o agressor. 1.3) Alguns tipos de material pornográfico infantil. 1.4) Características gerais do consumidor, produtor e/ou disseminador. 2) Tráfico de crianças. O agressor membro, organizador, cliente de redes. 2.1) O que é o tráfico de crianças para exploração sexual. 2.2) Características gerais das redes de tráfico. 3) Turismo sexual infantil. Os agressores turistas. 3.1) O que é o turismo sexual infantil. 3.2) Características gerais do turismo sexual infantil. 4) Prostituição infantil. O agressor prostituidor e cliente. 4.1) O que é a prostituição infantil. 4.2) Características gerais da prostituição infantil. 5) Abuso sexual incestuoso. O familiar agressor. 5.1) O que é o abuso sexual incestuoso. 5.2) Aspectos gerais do abuso sexual incestuoso. Capítulo 5 - Os pais da criança vítima de violência sexual: 1) Quando os pais descobrem que a criança foi vítima. 2) Aspectos gerais no âmbito da descoberta. II Parte: A violência sexual contra crianças: como proceder. Capítulo 1 - O processo de apoio à criança vítima e à sua família e amigos: 1) Proceder depois de compreender. 2) O que é um processo de apoio. Sua finalidade e princípios. Capítulo 2 - O profissional do processo de apoio: 1) Quem é o profissional. 2) Que perfil deve ter o profissional. 2.1) Competências gerais. 2.2) Competências específicas. 3) O profissional deve estar em condições de trabalhar. Capítulo 3 - O processo de apoio: 1) Um processo deve ser desenvolvido por fases. 2) Fases do processo de apoio. 3) Que tipos de apoio implica um processo. Capítulo 4 - O atendimento presencial: 1) O que é o acompanhamento presencial. 1.1) Atender os pais e seus familiares. 1.2) Atender a criança vítima. 2) A sala de atendimento. 3) A entrevista - núcleo essencial do atendimento presencial. 3.1) A entrevista com os pais e familiares. 3.2) A entrevista diagnóstica com a criança. 3.2.1) Informação prévia. Com os pais, familiares e/ou amigos e outros profissionais. 3.2.2) A entrevista diagnóstica com a criança. 4) A entrevista de investigação com a criança. 4.1) Como planear e preparar a entrevista. 4.2) Como realizar a entrevista. Capítulo 5 - O atendimento por telefone e por escrito: 1) Quando a criança telefona. 2) Quando a criança escreve. Capítulo 6 - A necessária simpatia do profissional. Capítulo 7 - A necessária confidencialidade. Capítulo 8 - A realização de exames médico-legais. 1) O que são exames médico-legais. 2) A importância dos exames médico-legais. 3) Preparar a criança. 4) Preservação de vestígios. 5) Durante os exames. O apoio do médico legista. Capítulo 9 - A ida ao tribunal: 1) Antes do julgamento. 2) No dia anterior ao julgamento. 3) No dia do julgamento. Capítulo 10 - A retirada da criança de sua casa: 1) Quando a criança tem de ser retirada de casa. Capítulo 11 - O relatório de apoio à criança vítima: 1) A importância dos registos do processo de apoio. 2) Como fazer um relatório do processo de apoio. Capítulo 12 - Trabalhar em parceria. |