Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00018950 | ||
| Relator: | BRAZÃO DE CARVALHO | ||
| Descritores: | INTERVENÇÃO PRINCIPAL INTERVENÇÃO PROVOCADA ADMISSIBILIDADE COLIGAÇÃO ACTIVA COLIGAÇÃO PASSIVA RECONVENÇÃO | ||
| Nº do Documento: | RP199706029750223 | ||
| Data do Acordão: | 06/02/1997 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T J ESPINHO | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 252-A/95 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | PROVIDO. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | CPC67 ART30 N2 ART351 B. | ||
| Sumário: | I - Sempre que seja legalmente permititda a coligação, com o autor ou com o réu de uma causa pendente, é legítima a intervenção principal. II - É permitida a coligação ( para além da hipótese prevista no artigo 30 n.1 do Código de Processo Civil ) quando, sendo diferente a causa de pedir, a procedência dos pedidos principais dependa essencialmente da apreciação dos mesmos factos ( artigo 30 n.2 do Código de Processo Civil ). III - Se o autor pede que lhe seja reconhecida a qualidade de proprietário de certo imóvel por o ter comprado, por escritura pública, a B, e ter registado, na Conservatória do Registo Predial, a aquisição a seu favor, e se o réu, em reconvenção, pede que seja " rectificado o negócio " constante daquela escritura por virtude de ter sido ele o real comprador, é legalmente admissível, a intervenção principal provocada do vendedor do imóvel, requerida pelo réu reconvinte. | ||
| Reclamações: | |||