Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00034848 | ||
| Relator: | FRANCISCO MARCOLINO | ||
| Descritores: | CO-AUTORIA CUMPLICIDADE NATUREZA JURÍDICA | ||
| Nº do Documento: | RP200206120210512 | ||
| Data do Acordão: | 06/12/2002 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | 124/01 | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 18-01-2002 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Referência Processo: | T J MAIA 4J | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REC PENAL. | ||
| Decisão: | PROVIDO. | ||
| Área Temática: | DIR CRIM - TEORIA GERAL. | ||
| Legislação Nacional: | CP95 ART26 ART27. | ||
| Sumário: | Quer o co-autor, quer o cúmplice, são auxiliadores da prática do crime. Cada um, a seu jeito, ajuda ou concorre para a produção do feito. Porém, enquanto o co-autor assume o papel de primeiro plano, dominando a acção, o cúmplice é um interveniente secundário ou acidental: só intervém se o crime for executado ou tiver início de execução, e, mesmo que não interviesse, aquele sempre teria lugar, porventura em circunstâncias algo distintas. A cumplicidade diferencia-se da co-autoria pela ausência de domínio do facto principal, limitando-se o cúmplice a promovê-lo através do auxílio físico ou psíquico e sendo a causalidade não essencial à prática do crime, | ||
| Reclamações: | |||
| Decisão Texto Integral: |