Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00014220 | ||
| Relator: | ANTERO RIBEIRO | ||
| Descritores: | HERANÇA INDIVISA PATRIMÓNIO AUTÓNOMO CABEÇA DE CASAL DOCUMENTO PARTICULAR ASSINATURA FORÇA PROBATÓRIA MULTA MÁ FÉ | ||
| Nº do Documento: | RP199502209440236 | ||
| Data do Acordão: | 02/20/1995 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T J STA MARIA FEIRA | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | CONFIRMADA A SENTENÇA. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR CONTRAT. DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | CCIV66 ART306 ART376 ART2068 ART2088 ART2089 ART2097. CPC67 ART456 ART458 ART459. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC STJ DE 1968/07/23 IN BMJ N179 PAG143. AC RL DE 1972/03/10 IN BMJ N215 PAG282. AC RE DE 1988/05/19 IN BMJ N377 PAG574. | ||
| Sumário: | I - A herança indivisa é um património autónomo que é representado pelo cabeça do casal e responde, pelas dívidas do acervo hereditário. II - Só após o trânsito em julgado da sentença homologatória da partilha, se feita em inventário, a legitimidade passiva cabe a todos os herdeiros. III - Os factos compreendidos em declaração consideram-se provados na medida em que forem contrários aos interesses de quem a subscreve, mas a confissão é indivisível, isto é, a parte que dela aproveita terá de aceitar todos os outros, salvo se provar a sua inexactidão. IV - A multa resultante da condenação como litigante de má fé incide sobre o património autónomo ( a herança ) e não sobre o seu representante ( o cabeça de casal ), pois a " parte " é que é responsável, salvo se, de modo expresso outra coisa resultar da lei. | ||
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