Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
| Processo: |
| ||
| Nº Convencional: | JTRP00020561 | ||
| Relator: | CUSTODIO MONTES | ||
| Descritores: | PROCEDIMENTOS CAUTELARES ADMISSIBILIDADE RECONVENÇÃO | ||
| Nº do Documento: | RP199702209631528 | ||
| Data do Acordão: | 02/20/1997 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T CIRC BRAGA 1J | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 98/96 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV - PROCED CAUT. | ||
| Legislação Nacional: | CPC67 ART302 ART304 ART381 ART387. | ||
| Sumário: | I - Não cabe no âmbito do procedimento cautelar indagar se vai ser intentada acção contra o ou os requeridos ou se, pendendo já a acção, os requeridos são nela parte: sendo preliminar o procedimento cautelar, este fica sem efeito se a acção não for intentada em 30 dias; se a acção já estiver intentada, é nela que se decidirá se os requeridos são ou não partes nela. II - A providência cautelar tanto pode ser requerida pelo autor como pelo reconvinte. III - Saber se é admissível a reconvenção e a intervenção principal dos requeridos é questão que não cabe no âmbito da providência mas no da acção principal. IV - O procedimento cautelar, correndo por apenso à acção, apresenta as características de um incidente, sendo-lhe aplicáveis as regras dos artigos 302 a 304 do Código de Processo Civil, como refere o artigo 381. | ||
| Reclamações: | |||