Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
| Processo: |
| ||
| Nº Convencional: | JTRP00035724 | ||
| Relator: | CONCEIÇÃO GOMES | ||
| Descritores: | VIOLAÇÃO DE DOMICÍLIO DIVÓRCIO POR MÚTUO CONSENTIMENTO CASA DA MORADA DE FAMÍLIA | ||
| Nº do Documento: | RP200301290241383 | ||
| Data do Acordão: | 01/29/2003 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T J MARCO CANAVESES | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | . | ||
| Decisão: | . | ||
| Área Temática: | . | ||
| Legislação Nacional: | CP95 ART190 N1. CONST76 ART26 ART34. CCIV66 ART1671 ART1672 ART1673 N1 ART1776 ART1788. | ||
| Sumário: | Em caso de divórcio por mútuo consentimento, o dever de coabitação fica suspenso a partir da primeira conferência. Assim, até tal momento, a casa de morada de família é considerada a residência de ambos os cônjuges, podendo cada um deles nela entrar e permanecer por direito próprio, não obstante existir uma separação de facto do casal. Deste modo, tendo o arguido entrado na dita casa, antes da primeira conferência citada, não existe violação de domicílio a punir nos termos do artigo 190 do Código Penal, ainda que, de facto, já se encontrasse separado da mulher. | ||
| Reclamações: | |||
| Decisão Texto Integral: |