Acórdão do Tribunal da Relação do Porto
Processo:
9740949
Nº Convencional: JTRP00020894
Relator: BARROS MOREIRA
Descritores: CHEQUE SEM PROVISÃO
CRIME PÚBLICO
CRIME SEMI-PÚBLICO
SUCESSÃO DE LEIS NO TEMPO
QUEIXA
QUEIXA DO OFENDIDO
PRAZO
INÍCIO
LEGITIMIDADE DO MINISTÉRIO PÚBLICO
Nº do Documento: RP199711269740949
Data do Acordão: 11/26/1997
Votação: MAIORIA COM 1 VOT VENC
Tribunal Recorrido: 3 J CR PORTO
Processo no Tribunal Recorrido: 829/96-2
Data Dec. Recorrida: 03/24/1997
Texto Integral: N
Privacidade: 1
Meio Processual: REC PENAL.
Decisão: PROVIDO. REVOGADA A DECISÃO.
Área Temática: DIR PROC PENAL.
Legislação Nacional: DL 454/91 DE 1991/12/28 ART11 N1.
CP95 ART115 N1 ART217 N3.
CPP87 ART5 N1 ART49.
CCIV66 ART329.
Jurisprudência Nacional: AC STJ DE 1983/10/11 IN BMJ N330 PAG453.
AC STJ DE 1985/06/18 IN BMJ N348 PAG280.
Sumário: I - Relativamente a crime de emissão de cheque sem provisão cometido na vigência do Código Penal de 1982, que não exigia queixa para ser desencadeado o procedimento criminal por parte do Ministério Público, e em que nenhum acto processual foi praticado nessa vigência, com a entrada em vigor do Código Penal de 1995, que passou a exigir queixa ( artigo 217 n.3 ), concedendo o prazo de 6 meses para o seu exercício, entende-se que esse prazo se conta a partir da entrada em vigor dessa nova formulação, ou seja, desde 1 de Outubro de 1995.
Reclamações: