Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00017621 | ||
| Relator: | BESSA PACHECO | ||
| Descritores: | ADVOGADO HONORÁRIOS JUROS JUROS DE MORA | ||
| Nº do Documento: | RP199601229550783 | ||
| Data do Acordão: | 01/22/1996 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T J ESPOSENDE | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 68-B/92 | ||
| Data Dec. Recorrida: | 03/20/1995 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | CONFIRMADA A SENTENÇA. | ||
| Indicações Eventuais: | O PROCESSO RECORRIDO É DA SEGUNDA SECÇÃO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR CONTRAT. | ||
| Legislação Nacional: | EOADV84 ART65 N1. CCIV66 ART805 N3. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC RC DE 1955/04/26 IN JR ANOI PAG479. | ||
| Sumário: | I - O crédito de honorários é ilíquido quando o seu montante não pode determinar-se por simples operação aritmética, sendo necessário, por isso, averiguação de facto. II - Nesta conformidade, os juros que o devedor tem a pagar só são devidos depois de fixado pela sentença o seu montante e, de assim, se tornar líquido o respectivo crédito. III - A importância em honorários do advogado não se afere somente pelo trabalho material, mas essencialmente pelo intelectual, no esforço dispendido para a satisfatória resolução do problema jurídico no interesse do constituinte, e na seriedade com que esse problema é tratado. | ||
| Reclamações: | |||