Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JTRP00005615 | ||
| Relator: | FONSECA GUIMARÃES | ||
| Descritores: | TRÁFICO DE ESTUPEFACIENTE HEROÍNA QUANTIDADE DIMINUTA EXAME LABORATORIAL | ||
| Nº do Documento: | RP199211049110752 | ||
| Data do Acordão: | 11/04/1992 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T CR PORTO 1J | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 365/87-1 | ||
| Data Dec. Recorrida: | 09/25/1991 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REC PENAL. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Área Temática: | DIR CRIM - CRIM C/SOCIEDADE. | ||
| Legislação Nacional: | DL 430/83 DE 1983/12/13 ART23 N1 ART24 N1 N3. CPP29 ART198. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC RP DE 1986/03/12 IN BMJ N355 PAG437. AC RC DE 1984/06/13 IN CJ ANOIX T3 PAG102. AC RP DE 1987/01/28 IN CJ ANOXII T1 PAG258. AC STJ DE 1986/04/30 IN BMJ N356 PAG166. | ||
| Sumário: | I - Se o exame laboratorial da droga em causa não puder fazer-se, por qualquer motivo, a sua falta será suprida por outros meios de prova. II - 0,5 e 1 grama de "heroína" não pode considerar-se, mesmo isoladamente, como "diminuta quantidade". III - Mas a quantidade a ter em conta no tráfico de estupefacientes deve ser a total, isto é, toda a droga vendida, sendo irrelevante o fim que o agente visa bem como a divisão da mesma em pequenas doses. IV - De outro modo, o grande traficante que disseminasse por inúmeros clientes quantidades diminutas teria tratamento priveligiado que a lei não pode ter querido. | ||
| Reclamações: | |||